domingo, 17 de abril de 2016

“Taça de Portugal de Juniores”

João Almeida dominador em Odemira

João Almeida (Bairrada) ganhou, neste fim de semana, as duas provas do Troféu José Poeira, disputadas no concelho de Odemira, e reforçou a liderança na Taça de Portugal de Juniores.

A primeira das duas corridas pontuáveis para a Taça deste fim de semana de ciclismo alentejano disputou-se no sábado, ao longo de 101,3 quilómetros, entre Amoreiras Gare e Zambujeira do Mar. João Almeida, Daniel Viegas (Bairrada) e Miguel do Rego (AS Corbell Essonnes) destacaram-se do pelotão e cortaram a meta por esta ordem.

No domingo os corredores enfrentaram uma ligação de 129 quilómetros, com início em Vila Nova de Milfontes e Odemira. Ao contrário do costume, a chegada em Odemira não aconteceu na zona baixa, após uma longa descida.

O pelotão foi surpreendido com uma chegada mais dura e mais técnica, após a subida pelo empedrado do centro histórico de Odemira, lembrando uma clássica. O terreno revelou-se ideal para estabelecer maiores diferenças.

João Almeida e Daniel Viegas voltaram a chegar juntos, com Almeida na frente a cimentar o comando na geral. O terceiro, a 4 segundos, foi Francisco Morais (Academia Joaquim Agostinho/UDO).

Ao fim de três provas disputadas a contar para a Taça de Portugal, João Almeida soma três vitórias e 225 pontos. O concorrente mais direto é o companheiro de equipa Daniel Viegas, com 195 pontos.

Fonte: FPC

“Subida impressionante vale pódio para Jóni Brandão”

Corredor da EFAPEL foi segundo no Alto de Candelario

A equipa profissional de ciclismo EFAPEL esteve em amplo destaque na terceira e derradeira etapa da Vuelta Ciclista Castilla y León com Jóni Brandão que terminou a prova no terceiro lugar final atrás do vencedor, Alejandro Valverde, da Movistar, e de Pello Bilbao, da Caja Rural. No último dia de competição, a chegada coincidiu com a montanha de primeira categoria onde o corredor português esteve em grande plano. Foi o segundo a cruzar a meta a apenas um segundo do primeiro, Valverde.

Na jornada de todas as decisões, a EFAPEL partiu para os últimos 151,4 quilómetros com Jóni Brandão no sétimo lugar e com condições de discutir um lugar no pódio final. Foi com esse intuito que os corredores liderados por Américo Silva partiram de Salamanca. A formação ovarense trabalhou para o seu líder que, no final, retribuiu o esforço dos seus companheiros com uma subida fantástica ao Alto de Candelario. Brandão apenas foi superado por Valverde e conseguiu o tão desejado objectivo. Para além de um lugar no pódio final, Jóni Brandão foi ainda o melhor de todas as equipas do escalão Continental.

“Conseguimos aquilo a que nos propusémos. Depois da etapa de ontem sabíamos que o Jóni Brandão integrava um lote de ciclistas que podia lutar por um dos três primeiros lugares e definimos a nossa estratégia para que isso fosse possível. A equipa fez um trabalho excepcional ao longo de toda a etapa e o Jóni esteve muito bem na última ascensão. Estamos todos de parabéns”, afirmou o director desportivo, Américo Silva.

Concluída a participação na 31ª Vuelta Ciclista Castilla y Leon, a EFAPEL regressa a Portugal e começa já a preparar nova corrida, a 3ª Volta a Bairrada, que se realiza nos próximos dias 23 e 24.

Classificação da primeira etapa na Vuelta Ciclista Castilla y Leon

    Alejandro Valverde        Movistar Team                4h15m51s

    Jóni Brandão            EFAPEL                a 1s

    David Arroyo            Caja Rural - Seguros RGA        a 3s


    Henrique Casimiro        EFAPEL                a 22s

29º    Álvaro Trueba        EFAPEL                a 2m38s

41º    Nuno Almeida        EFAPEL                a a 4m10s

49º    Daniel Mestre            EFAPEL                a 6m48s

66º    Rafael Silva            EFAPEL                a 11m34s

Classificação geral individual após a primeira etapa na Vuelta Ciclista Castilla y Leon

    Alejandro Valverde        Movistar Team                13h04m55s

    Pello Bilbao            Caja Rural - Seguros RGA        a 30s

    Jóni Brandão            EFAPEL                a 1m06s


19º    Henrique Casimiro        EFAPEL                a 7m37s

32º    Álvaro Trueba        EFAPEL                a 9m48s

34º    Nuno Almeida        EFAPEL                a 11m25s

38º    Daniel Mestre            EFAPEL                a 15m26s

56º    Rafael Silva            EFAPEL                a 31m02s

Fonte: Efapel

“Taça Cyclin’Portugal de Maratonas BTT”

Renato Ferreira e Ana Antunes triunfam em Estremoz

Renato Ferreira (Vasconha BTT Vouzela) e Ana Antunes (Ser e Parecer) venceram hoje, em Estremoz, a primeira prova pontuável para a Taça Cyclin’Portugal de Maratonas BTT (XCM) na categoria de elite.

Tanto a corrida masculina como a feminina foram pautadas pelo equilíbrio. Renato Ferreira foi o melhor ao cabo dos 100 quilómetros que os homens tiveram de enfrentar, deixando os dois perseguidores apenas a 1 segundo. David Vaz (Gnauk/King Gates/Blisq Creative) foi segundo e José Silva (Clube Desportivo em Movimento) fechou o pódio.

A elite feminina completou 80 quilómetros. Ana Antunes e a campeã nacional, Celina Carpinteiro (BTT Loulé/BPI), destacaram-se da concorrência. A discussão do primeiro lugar teve só estas duas protagonistas, com superioridade de Ana Antunes, 1 segundo mais rápida do que a adversária. Mónica Santos (Mozinho MTB/Martos/Vale d’Aldeia) foi a terceira, a 3m44s da vencedora.

A próxima prova pontuável para a Taça Cyclin’Portugal de XCM é a Maratona de Mêda, marcada para o dia 8 de maio e que também é pontuável para o ranking World Marathon Series da UCI.

Fonte: FPC

“Exposição “Corridas de Bicicleta de Lisboa” na Faculdade de Motricidade Humana”

“As Corridas de Bicicleta de Lisboa” é o título da exposição que foi inaugurada ee sábado, às 14h30, no átrio principal da Faculdade de Motricidade Humana de Lisboa, na Cruz Quebrada, Dafundo.

Um conjunto de onze painéis com fotografias e capas de diversas publicações do século XX recordam corridas como a Volta a Portugal, a Volta a Lisboa, o Porto – Lisboa e a Subida à Glória, a mostra estará disponível até 1 de maio, todos os dias, entre as 9h00 e as 17h00.

Porquê as Corridas de bicicleta de Lisboa?

Porque, desde que inventada a bicicleta, o espaço da cidade foi dos primeiros a ser investido, explorado e até alterado por esta nova tecnologia, primeiro associada ao lazer e, logo depois, à competição desportiva e ao transporte pessoal. Esta Exposição é dedicada apenas às corridas que foram e/ou são grandes eventos desportivos usando para o efeito o espaço publico. De fora ficam as corridas dos Velódromos que, só por si, dão mote a uma outra exposição.

A bicicleta e o ciclismo são, ainda e também, referenciais importantes quer pelo aproveitar da sua história e fazer dessas memórias um património de performance e turismo, quer pela vertente de risco associada (BTT, downhill, etc), mas, sobretu- do, há que olhar para a qualidade de vida diária e analisar a potencialidade do uso da bicicleta como riqueza de futuro, pela via de incremento da sustentabilidade – seja pela vertente da promoção da saúde pessoal e do próprio meio ambiente, seja pelos ganhos em autonomia das crianças e jovens menores de 18 anos, seja pela captação de novas áreas de intervenção ligadas à inovação e tecnologia.

Lisboa é historicamente a cidade das corridas de bicicleta. A cidade para continuar a ser um ícone desportivo tem de se tornar um ícone da mobilidade de bicicleta: eis o desafio para um novo itinerário, para uma outra corrida na qual todos estamos interessados em participar.

AS CORRIDAS DE LISBOA

Nesta Exposição irá encontrar um conjunto de painéis com reprodução das fotografias publicadas pela imprensa escrita da época em que são criadas as corridas. Cada uma das corridas tem um inédito: no caso da Volta a Lisboa, com a participação das mulheres – Oceana Zarco, assumidamente ciclista e equipada como os homens da sua equipa Vitória de Setúbal e, vestidas de modo usual, as outras participantes – como se vê na foto principal deste site; no caso do Lisboa-Porto o facto de ser a corrida de um dia mais longa que existia e, por isso mesmo, foi extinta pela UCI, virtude que passou agora para o Paris – Roubaix; a Volta a Portugal em bicicleta, é um evento que há 90 anos percorre o país por inteiro; e, por último, a Corrida da Glória cuja disputa cronometrada data de 1913 foi re-editada em 2013 como corrida popular aberta a toda a população com a virtude de ser a corrida mais íngreme e curta do quadro competitivo.

A VOLTA A LISBOA

Fonte: O Sport de Lisboa, 15 de outubro de 1924, do arquivo do Museu Nacional do Desporto

Em 1924 realizou-se pela primeira vez a primeira Volta a Lisboa em bicicleta. Com esta competição marcam-se  e exploram-se os limites da cidade. A corrida organizada pelo jornal O Sport de Lisboa servirá a Raul Oliveira, jornalista deste periódico e promotor da disputa, como banco de ensaio para a realização da primeira Volta a Portugal em bicicleta a 1927, que no ano que vem celebra 90 anos de existência. Segue-se o mapa alegórico do ano em que completou o trigésimo aniversário:

A VOLTA A PORTUGAL EM BICICLETA

Fonte: Sport Ilustrado, do arquivo da BN

A bicicleta e o ciclismo em Portugal constituem, via competição desportiva, um raro potencial de memória, um manancial patrimonial a partir do qual se configuram identidades locais e identificações por parte das suas comunidades. A Volta a Portugal em bicicleta ilustra uma história de Portugal do último século. E, de igual modo, as corridas na cidade de Lisboa propiciam nas primeiras décadas do século XX um raro momento de descoberta da própria cidade – dos seus limites com a Volta a Lisboa, criada em 1925, das suas rampas íngremes, como a corrida da Subida da Glória, que data de 1913 e cuja recriação teve sucesso em 2013, das suas possibilidades de ligação entre cidades, como a clássica Porto-Lisboa, criada em 1911.

PORTO – LISBOA

Fonte: Ilustração Portuguesa, capa da edição de 7 de julho de 1923, do arquivo do Museu Nacional do Desporto

São estes grandes eventos desportivos que permitem imaginar o país por inteiro, como é o caso da Volta a Portugal que, com a publicação dos mapas, dá uma lição de geografia e, com a vontade de ilustrar o território, revela sentimentos de identidade e pertença. A reportagem de todas estas corridas tem, imbuída em si, a ambição de informar e também de exibir as belezas que atravessa e, muitas vezes, descrever a pobreza vivida nos maus caminhos que percorre, sentida nas gentes que espantadas se deslumbram com uma comitiva tão moderna nos modos de estar, de agir e de se transportar.

Em Lisboa as grandes rampas constituem desafios que interessa disputar como é o caso da Subida à Glória.

SUBIDA À GLÓRIA

Fonte: Eco Dos Sports, AnoI, n39, 1926, do arquivo do Museu Nacional do Desporto

Em Maio de 2013, aconteceu em Lisboa o Congresso Internacional da História do Ciclismo (ICHC 2013). No âmbito do programa desta Conferência realizou-se a corrida da Subida à Glória. Esta corrida aparece descrita na obra de Gil Moreira, segundo a qual a data primeiro registo cronometrado é de 1910 mas é em 1913 que a disputa se avoluma e depressa se torna numa das mais célebres corridas de Lisboa. Em 1926 Alfredo Luís Piedade ganha a Glória de um recorde de 55 segundos nunca, até hoje, batido.

A Subida à Glória é uma subida que Tristão da Silva tornou fado cantado, no qual não há glória merecida sem sacrifício suado e, perante esta sina, cabe ao ciclismo enfrentar e vencer a rampa de 265 metros com declive médio superior a 17%. Mas não há corrida sem festa nem euforia e eis que tamanha alegria é também prometida na Subida à Glória do próximo dia 17. Um frenesim que pode ser escutado na canção dos Rádio Macau dedicada ao elevador que liga a Baixa ao Bairro Alto, uma alegoria às ilusões da vida motivadas por subidas rápidas sem canseiras nem fadigas.

Em 2013, de modo festivo a história da corrida foi também uma forma de chamar a atenção para os problemas da cidade no presente. Ora, nas corridas há uma mise en scéne do esforço, da conquista do território, demonstrando que não há na cidade rampas que resistam à glória da bicicleta, nomeadamente se for eléctrica.

“ Última Hora…“20º Passeio de Pombal” e conheça um pouco da sua história”

Domingo 24 de Abril de 2016

Partida: 9 Horas

Texto: José Morais

Cartaz: Clube Cicloturismo Pombal

Ai está mais um grande passeio que recomendamos desde já a marcar na sua agenda, é o 20º Passeio Anual de Pombal, numa organização do Clube de Cicloturismo de Pombal, um evento do calendário oficial da Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta (FPCUB).

Uma grande manhã desportiva, um grande almoço convívio, um inesquecível dia, é o que propõe mais um ano a organização, que se esmera por receber todos os que os visitam anualmente, e que em contrapartida propõe bons momentos desportivos e sociáveis, tanto a quem pedala, com a todos os que acompanham os cicloturistas, e todo este empenho que tem tido ao longo dos anos, valeu-lhes em 2014 um título de mérito atribuído pela FPCUB, e ainda o prémio, “Notícias do Pedal” galardão atribuído pelo melhor passeio do ano de 2014, escolhido pelos participantes, o qual cabe bem ao Clube Cicloturismo de Pombal pelo seu desempenho na modalidade, e pelo trabalho que faz em prol da modalidade, tanto na organização do seu passeio anual, como da 14 horas que também promove e tem sido um sucesso ao longo dos anos.

Concentração pelas 8 horas na sede do Clube de Cicloturismo de Pombal, terminal rodoviário. Partida às 9 horas, com paragem cerca das 10,35 no parque de merenda Cotrofe, onde será feito um lanche com todos os participantes. Pelas 12.20 chegada a zona desportiva onde termina o passeio, com zona de banhos. Depois será altura do almoço convívio, com o já tradicional porco no espeto, onde serão entregues lembranças alusivas, e todos podem confraternizar mais este grande passeio de bicicleta.

Para mais informações e inscrições:


Tel.: 968 130 525 – 933 953 840

A Revista Notícias do Pedal vai mais um ano marcar presença, e vai fazer a cobertura integral do evento, e trazer até vós os melhores momentos, esperamos por si, e agora fique com um pouco da história de Pombal, e parte á descoberta de outras maravilhas.

 Pombal é uma Cidade com história, é difícil definir talvez com exatidão o aparecimento do seu povoamento, mas sabe-se que o seu Castelo foi residência de Cristãos e Mouros, o primeiro foral foi-lhe concedido pelo Grão-mestre da Ordem dos Templários, Gualdim Pais, em 1174. Já no século XVIII registou-se novo momento importante da história desta terra, com a presença de Sebastião José de Carvalho e Melo (1777-1782), mais tarde veia a adotar o título de Marquês de Pombal, além de responsável pelo ordenamento da parte baixa da vila, tendo edificado a cadeia, o sítio do antigo pelourinho e o celeiro, assumiu um papel importante no desenvolvimento económico e social da região, promovendo por exemplo a criação da manufatura de chapéus grossos.

Foi na primeira década do século 19, que a vila foi assolada pelas invasões francesas que deixaram marcas no quotidiano das populações, entretanto ultrapassadas, Pombal tornou-se então paragem obrigatória do serviço da Mala Posta, não esquecendo a chegada do caminho-de-ferro, que deu na altura, um grande impacto ao crescimento populacional e desenvolvimento económico. O Concelho de Pombal que integra a parte norte do distrito de Leiria estendendo-se da serra de Sicó ao mar, possui uma paisagem admirável de encostas serpenteadas de oliveiras, e pequenos muros de pedra, onde os pinhais centenários escondem as praias puras que muito poucos conhecem, e a gastronomia que faz as delicias de quem por lá passa, com o sabor dos biscoitos ou dos queijos. E porque não vir conhecer esta região, explorando o concelho entre a serra e o mar, fazendo parte a Serra de Sicó, a Praia do Osso da Baleia, entre as muitas Tradições e Feiras que por ali se realizam.

A Serra de Sicó, Com 553 metros no ponto mais elevado, uma serra que dá nome a todo o maciço calcário é a mais alta do seu bloco ocidental, o modo como se eleva no contexto regional terá provocado a exumação praticamente total dos depósitos de cobertura, pondo a descoberto a rocha calcária. O intenso processo de lapiazação que sofreu, faz da Serra de Sicó um dos magníficos exemplos de paisagem cársica da região. A Praia do Osso da Baleia situada em plena Mata Nacional, na freguesia do Carriço, o nome desta praia tem origem no início do século 20 já que foi ali que apareceu um esqueleto de baleia, e segundo testemunhos terá dado à costa naquele areal, designada mais tarde pelo nome que possui atualmente. Mas muitas outras Tradições, Festas e Romarias se realizam, a Festa de Santo Amaro em Janeiro, Festas do Bodo na última semana de Julho, ou a Feira Nacional de Artesanato e Tasquinhas em Setembro.

Este este local que se recomenda, venha conhecer, e descobrir, nós, vamos lá estar no próximo domingo dia 24 de abril para descobrir um pouco, no 20 passeio de cicloturismo organizado pelo Clube de Cicloturismo de Pombal, faça o mesmo e marque já na sua agenda, fazendo quanto antes a sua inscrição.

“Atualização do Canal NP-TV com o “Vídeo Promocional do 17º Passeio do Brogal.2016”

A Revista Notícias do Pedal acaba de atualizar o seu canal de televisão “Notícias do Pedal-TV” no YouTube e no MEO/KANAL com o “Vídeo Promocional do 17º Passeio do Brogal.2016”.


Para ver o vídeo no MEO/KANAL, quem possuir MEO, pode aceder carregando na tecla verde do comando, inserir o código 531450, e ver no MEO/KANAL este e outros filmes, podendo consultar toda a programação. Podem ver ainda através do seguinte link: https://kanal.pt/lista-canais/comunicao-social/lisboa/vila-franca-de-xira/?display=grid&order=updated 

Desejamos que passem e recordem bons momentos.

“17º Passeio de Cicloturismo do Brogal”

Dia 8 de Maio de 2016~

Associação Recreativa “Os Amigos do Brogal”

Realização no próximo dia 8 de maio o 17º passeio de cicloturismo organizado pela “Associação Recreativa Os Amigos do Brogal”, na localidade do Brogal Rua da Gordina, Parceiros/Leiria, a concentração está marcada a partir das 8,30 horas, e a saída marcada para as 9,30.

A participação pode ser individual ou por equipas, de ambos os sexos, serão ainda no final entrega de lembranças a todos os participantes, e trofeus a equipas com mais de cinco elementos, ainda á equipa que possua mais elementos, no final do passeio haverá ainda um almoço convívio entre participantes e acompanhantes.

O evento contará com os apoios da Junta de Freguesia de Parceiros, Câmara Municipal de Leiria, Marinha Grande e Alcobaça, Deltas Cafés, e Ergovisão Pombal/Fátima, ainda da Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta (FPCUB), como reportagem completa da Revista Notícias do Pedal.

Para inscrições e informações: telefone: 244 812 297 ou 919 251 229 ou pelo mail: amigosdobrogal@hotmail.com

Faça já a sua inscrição, marque já na sua agenda, um passeio que promete muito convívio, animação, a terminar com um grande almoço, onde não vai faltar os já tradicionais carapauzinhos fritos, a delícia de quem por lá passa, faça como nós, vamos marcar mais um ano presença.

sábado, 16 de abril de 2016

“8.º BTT Pelos Trilhos do Pisão”

O Clube de BTT Sempre A´Brir - Trigaches, informa que no dia  01 de Maio de 2016 , se realiza em Trigaches/Beja o 8.º BTT Pelos Trilhos do Pisão.

Inscrições on-line: www.sempreabrir.pt.to ou https://sites.google.com/site/btttrigachessempreabrir/ Rua das Eiras n.º 18, 7800-771 Trigaches   trigachessempreabrir@gmail.com

Telefone: 96 63 67 646 (Sérgio)

“Valverde ao ataque na Volta a Castela e Leão”

Foto: EPA/Javier Lizon

A Volta a Castela e Leão termina domingo com mais uma etapa de final em montanha, com a ligação entre Salamanca e o Alto de Candelario.
O espanhol Alejandro Valverde, chefe de fila da Movistar, ganhou hoje isolado a segunda etapa da Volta a Castela e Leão, no alto de Fermoselle, com a liderança da prova a continuar com o colombiano Carlos Betancur, da mesma equipa.
Valverde atacou muito forte na subida final e ganhou 51 segundos ao primeiro grupo de ciclistas, em que vinha Betancur, que continua em primeiro, mas agora só com três segundos de vantagem para o seu líder. Os portugueses Joni Brandão (Efapel) e Rafael Reis (W52-FC Porto) e o italiano Rinaldo Nocentini (Sporting-Tavira) também integravam o pequeno grupo.
A etapa partiu de Bragança e regressou a Espanha, após uma 'visita' a Portugal no primeiro dia. Foram 170 quilómetros de alguma dificuldade, sobretudo com a subida final a Fermoselle, de segunda categoria.
Com três contagens de terceira no decorrer da tirada, um grupo de 24 unidades (com sete da Movistar e cinco da Caja Rural) ficou na frente, para a última dezena e meia de quilómetros a subir.
Valverde, que este ano já venceu na Volta a Andaluzia, não teve resposta para o seu ataque e a vantagem foi subindo, quase até ao minuto, sendo creditado na meta em 4:21.28 horas.
Na geral, Betencur comanda com três segundos sobre Valverde e 15 sobre o espanhol Pello Bilbao, da Caja Rural. As quatro equipas portuguesas em prova - Radio Popular-Boavista, W52-FC Porto, Efapel e Sporting-Tavira - conseguiram todas colocar pelo menos um homem no grupo dos primeiros 24.
Joni Brandão foi quarto, Rafael Reis terminou em quinto e Nocentini sexto, todos a 51 segundos de Valverde. O melhor da Rádio Popular-Boavista, em 13.º, a 1.05 minutos, foi César Fonte.
Na geral individual, Joni Brandão subiu a sétimo, a 1.04, e Rafael Reis é oitavo, com o mesmo atraso para Betancur. César Fonte está em 12.º, a 1.18, e Nocentini é o melhor do Sporting/Tavira, ocupando o 20.º posto a mais de quatro minutos.
Fonte: SAPO Desporto c/ Lusa

“Ruben Guerreiro terceiro na Liège-Bastogne-Liège”

Foto: Facebook Axeon Hagens Berman

Por: Lusa

Corrida de sub-23 foi ganha pelo seu colega de equipa Logan Owen

O português Ruben Guerreiro (Axeon Hagens Berman) classificou-se este sábado em terceiro lugar na corrida de sub-23 Liège-Bastogne-Liège, na Béligca, que foi ganha pelo seu colega de equipa Logan Owen.

O norte-americano completou os 178,6 quilómetros em 4:36.01 horas e cortou a meta isolado, com 44 segundos de avanço sobre o russo Pavel Sivakov (BMC Development), enquanto Ruben Guerreiro encabeçou um primeiro grupo, a 1.14 minutos.
Nesse conjunto de nove corredores seguia também Nuno Bico (Klein Constantia), o outro português em prova, que cruzou a linha em sétimo.
A 'clássica' Liège-Bastogne-Liège para o pelotão do WorldTour realiza-se a 24 de abril.

Fonte: Record on-line

“Seleção Nacional/Liberty Seguros”

César Martingil quinto classificado na última etapa

O português César Martingil foi hoje o quinto classificado na terceira e última etapa do ZLM Tour, uma ligação de 177,2 quilómetros, com partida e chegada em Goes, ganha pelo dinamarquês Andreas Stokbro.

A última jornada da prova holandesa da Taça das Nações de Sub-23 foi corrida a grande velocidade, com a colocação no pelotão, para evitar os “cortes”, a exigir grande esforço. César Martingil conseguiu estar junto dos melhores e lutou pelos lugares cimeiros. Os mais rápidos foram o dinamarquês Andreas Stokbro, o espanhol Iván García Cortina e o estoniano Aksel Nömmela, que ocuparam as três primeiras posições.

“Foi uma jornada muito difícil, mais uma vez com vento e alta velocidade. Na parte final, o Rui Oliveira colocou um ritmo fortíssimo, que estirou o pelotão, levando o César Martingil na roda. Foi pena o Martingil ter-se precipitado, lançou o sprint muito cedo, a 300 metros da chegada, e foi ultrapassado por quatro corredores. O quinto lugar é bom, mas fica o sabor amargo por sabermos que podíamos ter ido mais além. A vitória hoje teria sido possível”, considera o selecionador nacional, José Poeira.

Todos os elementos da Seleção Nacional/Liberty Seguros conseguiram entrar hoje no pelotão principal. Rui Oliveira foi 23.º, Luís Gomes foi 40.º e João Silva 41.º.

A corrida acabou por ser decidida no contrarrelógio por equipas da primeira etapa, ganho pela Noruega. A seleção nórdica terminou a competição com os quatro primeiros lugares da geral individual. A vitória pertenceu a Amund Jensen Grondahl. César Martingil foi 57.º, a 2m57s, a mesma diferença entre Rui Oliveira, 58.º, e o vencedor. João Silva terminou na 79.ª posição, a 7m14s, e Luís Gomes encerrou a representação lusa, a 9m35s, no 83.º posto.

Guerreiro e Bico em destaque

Num sábado que mostrou que o ciclismo português tem futuro, outros dois lusos conseguiram ficar no top 10 de uma competição internacional de sub-23. Aconteceu na Bélgica, na Liège-Bastogne-Liège de Sub-23. Rúben Guerreiro (Axeon-Hagens Berman), que saltou do pelotão no último “muro” cortou a meta na terceira posição. Nuno Bico (Klein Constantia), que esteve em fuga toda a jornada, foi o sétimo classificado. A vitória pertenceu ao estadunidense Logan Owen (Klein Constantia).

Fonte: FPC

“Jóni Brandão é quarto em Fermoselle”

Corredor da EFAPEL foi o melhor das formações do escalão Continental

No regresso do pelotão da Vuelta Ciclista Castilla y León a Espanha, depois de uma passagem por Portugal com chegada (ontem) e partida (hoje) em Bragança, Jóni Brandão colocou a EFAPEL em plano de evidência. O corredor da formação de Ovar foi o quarto a cortar a meta em Fermoselle e o melhor entre os atletas de equipas do escalão Continental. A etapa foi ganha por Alejandro Valverde, da Movistar, que chegou isolado ao final.

O vento esteve presente durante quase toda a tirada e foi, em parte, responsável pelo espectáculo ao longo do dia. Foram inúmeros os cortes no pelotão que mais perto do fim deixou sair um grupo de 24 unidades. Este apanhou os fugitivos do dia e só se desfez na última subida do dia. Aí, Jóni Brandão destacou-se com uma subida consistente. O corredor da EFAPEL chegou integrado no grupo perseguidor a 51 segundos do vencedor.

Com este resultado, a EFAPEL coloca Jóni Brandão na sétima posição da classificação geral e melhor das formações nacionais e do escalão Continental presentes na Vuelta Ciclista Castilla y León.

“A etapa de hoje foi dura. O vento lateral criou muitas dificuldades aos ciclistas, em especial nos últimos 60 quilómetros. O Jóni Brandão esteve em bom plano e ao terminar na quarta posição, coloca-se num lugar em que amanhã pode, juntamente com mais alguns adversários, ambicionar a terminar no pódio”, afirmou o director desportivo, Américo Silva.

Amanhã termina a Vuelta Ciclista Castilla y León com aquela que é considerada a etapa rainha da competição. Pela frente, os corredores têm 161,4 quilómetros entre Salamanca e o Alto de la Plataforma, em Candelario. O percurso apresenta quatro contagens de montanha. Uma de terceira, duas de segunda e a última, coincidente com a meta, de primeira categoria.

Classificação da primeira etapa na Vuelta Ciclista Castilla y Leon

    Alejandro Valverde        Movistar Team                4h21m28s

    Carlos Barbero        Caja Rural - Seguros RGA        a 51s

    José Joaquin Rojas        Movistar Team                mt


    Jóni Brandão            EFAPEL                mt

27º    Nuno Almeida        EFAPEL                a 6m55s

35º    Álvaro Trueba        EFAPEL                mt

46º    Henrique Casimiro        EFAPEL                mt

49º    Daniel Mestre            EFAPEL                a 8m18s

65º    Rafael Silva            EFAPEL                a 19m08s

NT    António Barbio        EFAPEL                NT

Classificação geral individual após a primeira etapa na Vuelta Ciclista Castilla y Leon

    Carlos Betancur        Movistar Team                8h49m11s

    Alejandro Valverde        Movistar Team                a 3s

    Pello Bilbao            Caja Rural - Seguros RGA        a 4s


    Jóni Brandão            EFAPEL                a 1m04s

25º    Álvaro Trueba        EFAPEL                a 7m03s

36º    Nuno Almeida        EFAPEL                a 7m08s

42º    Henrique Casimiro        EFAPEL                mt

45º    Daniel Mestre            EFAPEL                a 8m31s

56º    Rafael Silva            EFAPEL                a 19m21s

Fonte: Efapel