sábado, 16 de abril de 2016

“Seleção Nacional/Liberty Seguros”

César Martingil quinto classificado na última etapa

O português César Martingil foi hoje o quinto classificado na terceira e última etapa do ZLM Tour, uma ligação de 177,2 quilómetros, com partida e chegada em Goes, ganha pelo dinamarquês Andreas Stokbro.

A última jornada da prova holandesa da Taça das Nações de Sub-23 foi corrida a grande velocidade, com a colocação no pelotão, para evitar os “cortes”, a exigir grande esforço. César Martingil conseguiu estar junto dos melhores e lutou pelos lugares cimeiros. Os mais rápidos foram o dinamarquês Andreas Stokbro, o espanhol Iván García Cortina e o estoniano Aksel Nömmela, que ocuparam as três primeiras posições.

“Foi uma jornada muito difícil, mais uma vez com vento e alta velocidade. Na parte final, o Rui Oliveira colocou um ritmo fortíssimo, que estirou o pelotão, levando o César Martingil na roda. Foi pena o Martingil ter-se precipitado, lançou o sprint muito cedo, a 300 metros da chegada, e foi ultrapassado por quatro corredores. O quinto lugar é bom, mas fica o sabor amargo por sabermos que podíamos ter ido mais além. A vitória hoje teria sido possível”, considera o selecionador nacional, José Poeira.

Todos os elementos da Seleção Nacional/Liberty Seguros conseguiram entrar hoje no pelotão principal. Rui Oliveira foi 23.º, Luís Gomes foi 40.º e João Silva 41.º.

A corrida acabou por ser decidida no contrarrelógio por equipas da primeira etapa, ganho pela Noruega. A seleção nórdica terminou a competição com os quatro primeiros lugares da geral individual. A vitória pertenceu a Amund Jensen Grondahl. César Martingil foi 57.º, a 2m57s, a mesma diferença entre Rui Oliveira, 58.º, e o vencedor. João Silva terminou na 79.ª posição, a 7m14s, e Luís Gomes encerrou a representação lusa, a 9m35s, no 83.º posto.

Guerreiro e Bico em destaque

Num sábado que mostrou que o ciclismo português tem futuro, outros dois lusos conseguiram ficar no top 10 de uma competição internacional de sub-23. Aconteceu na Bélgica, na Liège-Bastogne-Liège de Sub-23. Rúben Guerreiro (Axeon-Hagens Berman), que saltou do pelotão no último “muro” cortou a meta na terceira posição. Nuno Bico (Klein Constantia), que esteve em fuga toda a jornada, foi o sétimo classificado. A vitória pertenceu ao estadunidense Logan Owen (Klein Constantia).

Fonte: FPC

“Jóni Brandão é quarto em Fermoselle”

Corredor da EFAPEL foi o melhor das formações do escalão Continental

No regresso do pelotão da Vuelta Ciclista Castilla y León a Espanha, depois de uma passagem por Portugal com chegada (ontem) e partida (hoje) em Bragança, Jóni Brandão colocou a EFAPEL em plano de evidência. O corredor da formação de Ovar foi o quarto a cortar a meta em Fermoselle e o melhor entre os atletas de equipas do escalão Continental. A etapa foi ganha por Alejandro Valverde, da Movistar, que chegou isolado ao final.

O vento esteve presente durante quase toda a tirada e foi, em parte, responsável pelo espectáculo ao longo do dia. Foram inúmeros os cortes no pelotão que mais perto do fim deixou sair um grupo de 24 unidades. Este apanhou os fugitivos do dia e só se desfez na última subida do dia. Aí, Jóni Brandão destacou-se com uma subida consistente. O corredor da EFAPEL chegou integrado no grupo perseguidor a 51 segundos do vencedor.

Com este resultado, a EFAPEL coloca Jóni Brandão na sétima posição da classificação geral e melhor das formações nacionais e do escalão Continental presentes na Vuelta Ciclista Castilla y León.

“A etapa de hoje foi dura. O vento lateral criou muitas dificuldades aos ciclistas, em especial nos últimos 60 quilómetros. O Jóni Brandão esteve em bom plano e ao terminar na quarta posição, coloca-se num lugar em que amanhã pode, juntamente com mais alguns adversários, ambicionar a terminar no pódio”, afirmou o director desportivo, Américo Silva.

Amanhã termina a Vuelta Ciclista Castilla y León com aquela que é considerada a etapa rainha da competição. Pela frente, os corredores têm 161,4 quilómetros entre Salamanca e o Alto de la Plataforma, em Candelario. O percurso apresenta quatro contagens de montanha. Uma de terceira, duas de segunda e a última, coincidente com a meta, de primeira categoria.

Classificação da primeira etapa na Vuelta Ciclista Castilla y Leon

    Alejandro Valverde        Movistar Team                4h21m28s

    Carlos Barbero        Caja Rural - Seguros RGA        a 51s

    José Joaquin Rojas        Movistar Team                mt


    Jóni Brandão            EFAPEL                mt

27º    Nuno Almeida        EFAPEL                a 6m55s

35º    Álvaro Trueba        EFAPEL                mt

46º    Henrique Casimiro        EFAPEL                mt

49º    Daniel Mestre            EFAPEL                a 8m18s

65º    Rafael Silva            EFAPEL                a 19m08s

NT    António Barbio        EFAPEL                NT

Classificação geral individual após a primeira etapa na Vuelta Ciclista Castilla y Leon

    Carlos Betancur        Movistar Team                8h49m11s

    Alejandro Valverde        Movistar Team                a 3s

    Pello Bilbao            Caja Rural - Seguros RGA        a 4s


    Jóni Brandão            EFAPEL                a 1m04s

25º    Álvaro Trueba        EFAPEL                a 7m03s

36º    Nuno Almeida        EFAPEL                a 7m08s

42º    Henrique Casimiro        EFAPEL                mt

45º    Daniel Mestre            EFAPEL                a 8m31s

56º    Rafael Silva            EFAPEL                a 19m21s

Fonte: Efapel

sexta-feira, 15 de abril de 2016

“Reportagem na “TV Ciclismo” “14ª Bênção Nacional dos Ciclistas.2016”

Já está on-line a reportagem na “TV Ciclismo”, “14ª Bênção Nacional dos Ciclistas.2016” realizado em Fátima no passado domingo 10 de abril, a mesma pode ser visualizada em: http://www.tvciclismo.pt/estrada/153/3/14-bencao-nacional-de-ciclistas/ ou em: http://www.tvciclismo.pt onde pode ainda visualizar outras notícias, e assistir a emissões em direto, coloque já nos seus favoritos.

“Seleção Nacional/Liberty Seguros”

César Martingil é o melhor português no ZLM Tour

César Martingil terminou as duas primeiras etapas do ZLM Roompot Tour, hoje disputadas na Holanda, com o estatuto de melhor português. O ribatejano é o 64.º da geral, a 2m57s do norueguês Amund Jansen Grondahl, que comanda esta prova da Taça das Nações de Sub-23.

A jornada começou com um contrarrelógio por equipas de 23 quilómetros, que foram percorridos por estradas estreitas, molhadas e enlameadas, em redor de Tholen. O sexteto português não se adaptou ao exercício, terminando na 24.ª posição, a 2m57s da Noruega, que estabeleceu o melhor registo, 27m46s.

"Fizemos o melhor possível num percurso muito técnico, com estradas estreitas, molhadas e, em alguns pontos, até com lama. O vento forte as viragens perigosas foram outras dificuldades enfrentadas por todas as equipas", afirma o selecionador nacional, José Poeira.

A etapa vespertina ligou Kamperland e Zierikzee, através de uma viagem de 124 quilómetros. A chuva forte, o vento e a alta velocidade foram uma constante. Como consequência, o pelotão partiu-se em vários grupos, sucedendo-se também quedas e avarias.

A segunda etapa decidiu-se ao sprint. O holandês Fabio Jakobsen foi o mais rápido, diante do italiano Simone Consonni e do espanhol Ivan García Cortina, segundo e terceiro, respetivamente. César Martingil, 30.º, e Rui Oliveira, 36.º, conseguiram entrar no primeiro grupo, apesar de Martingil ter sofrido uma queda já perto do final.

“O Rui Oliveira está num bom momento e conseguiu estar sempre na frente. O César Martingil também demonstrou uma boa condição, porque teve uma avaria e depois uma queda e ainda assim esteve com os melhores”, descreve o selecionador nacional.

O contrarrelógio coletivo marcou a geral, com a Noruega, vencedora do exercício por equipas, a ocupar os quatro primeiros lugares da geral individual, com Amund Jansen Grondahl, à cabeça. César Martingil é 64.º e Rui Oliveira é 65.º, ambos a 2m57s, o tempo perdido por Portugal no contrarrelógio. João Silva é 97.º, a 7m14s, e Luís Gomes é 109.º, a 9m35s. André Crispim e Fábio Mansilhas engrossaram a lista de 26 abandonos.

A terceira e última etapa corre-se neste sábado. Terá partida e chegada em Goes e 177,2 quilómetros de extensão.

Fonte: FPC

“EFAPEL com quatro corredores no top-15”

António Barbio foi um dos protagonistas da fuga do dia

A primeira etapa da Vuelta Ciclista Castilla y Leon fez a ligação entre Alcañices, em Espanha, e Bragança, em Portugal. Ao longo de quase 170 quilómetros, os ciclistas enfrentaram um percurso exigente debaixo de condições climatéricas adversas, com chuva e frio. No meio de todas estas dificuldades, António Barbio, da EFAPEL, esteve em destaque. O atleta comandado por Américo Silva foi um dos oito elementos que integraram a fuga do dia e que batalharam na frente até serem absorvidos pelo pelotão. Esta jornada foi ganha por Carlos Betancur, da Movistar, numa classificação em que a formação de Ovar colocou quatro dos sete atletas inscritos entre os 15 primeiros.

Num dia em que esta corrida cruzou a fronteira entre Espanha e Portugal, Álvaro Trueba foi o melhor representante da EFAPEL. O ciclista espanhol cruzou a meta a 49 segundos do vencedor, na sexta posição. Seguiu-se Rafael Silva, em sétimo, a 54 segundos. Daniel Mestre, em 11º, e Jóni Brandão, em 12º, chegaram a Bragança com o mesmo tempo de Rafael Silva.

“Fizemos uma etapa muito boa tendo em conta tudo o que a envolveu, desde o frio, a chuva e a parte final bastante dura. Toda a equipa, no seu conjunto, esteve muito bem e deixa-nos boas perspectivas para as duas etapas que vêm aí”, afirmou o líder da EFAPEL, Américo Silva.

Cumprido o primeiro dia da 31ª Vuelta Ciclista Castilla y Leon, o pelotão prepara-se para a segunda etapa, que se realiza amanhã, entre Bragança e Fermoselle. São 170,6 quilómetros com quatro contagens de montanha, três de terceira e uma de segunda categoria. A última será a mais difícil e poderá ditar o desfecho da corrida pois encontra-se a cerca de três quilómetros da meta.

Classificação da primeira etapa na Vuelta Ciclista Castilla y Leon

    Carlos Betancur        Movistar Team                4h27m02s

    Pello Bilbao            Caja Rural - Seguros RGA        mt

    Carlos Barbero        Caja Rural - Seguros RGA        a 46s


    Álvaro Trueba        EFAPEL                a 49s

    Rafael Silva            EFAPEL                a 54s

11º    Daniel Mestre            EFAPEL                mt

12º    Jóni Brandão            EFAPEL                mt

41º    Nuno Almeida        EFAPEL                mt

45º    António Barbio        EFAPEL                mt

51º    Henrique Casimiro        EFAPEL                mt

Classificação geral individual após a primeira etapa na Vuelta Ciclista Castilla y Leon

    Carlos Betancur        Movistar Team                4h26m52s

    Pello Bilbao            Caja Rural - Seguros RGA        a 4s

    Carlos Barbero        Caja Rural - Seguros RGA        a 52s


    Álvaro Trueba        EFAPEL                a 59s

    Rafael Silva            EFAPEL                a 1m04s

11º    Daniel Mestre            EFAPEL                mt

12º    Jóni Brandão            EFAPEL                mt

41º    Nuno Almeida        EFAPEL                mt

45º    António Barbio        EFAPEL                mt

51º    Henrique Casimiro        EFAPEL                mt

Fonte: Efapel

“Volta a Castilha e Leão: Betancur vence em Bragança”

O colombiano Carlos Betancur, da Movistar, venceu esta sexta-feira a primeira etapa da Volta a Castela e Leão, com meta em Bragança, sendo Rafael Silva, da Efapel, o português mais bem classificado, a 54 segundos do vencedor.

A etapa começou em Alcanices, em Espanha, após o que o pelotão cruzou a fronteira e se dirigiu para Bragança, com Betancur a bater na meta instalada na Avenida D. Sancho o espanhol Pello Bilbao, da Caja Rural - ambos foram creditados em 4:27.02 horas para os 166 quilómetros.

Frio e chuva quase constante dificultaram a tirada, em que vários tentaram a sorte em fugas, nomeadamente o português José Gonçalves, da Caja Rural, tudo se definindo a oito quilómetros do fim, quando Betancur e Bilbao se isolaram.

Contabilizadas as bonificações, Betancur lidera com quatro segundos de avanço sobre Bilbao e 52 sobre o espanhol Carlos Barbero, também da Caja Rural.

Participam na competição quatro equipas portuguesas - Radio Popular-Boavista, W52 - FC Porto, Efapel e Sporting/Tavira - e ainda dois portugueses, José Gonçalves e Ricardo Vilela, na Caja Rural.

Na geral, o espanhol Alvaro Trueba, em sexto a 59 segundos, é o melhor das equipas lusas. No top-10 estão também Rafael Silva, em sétimo, e o espanhol Jesus Ezquerra, da Sporting-Tavira, em 10.º, ambos a 1.04 minutos.

Por equipas, comanda a Movistar, com a Efapel em quarto, a Rádio Popular - Boavista em quinto, o Sporting/Tavira em sexto e o W52 - FC Porto em sétimo.

Raul Alarcón, espanhol do W52 - FC Porto, comanda o prémio da montanha, com um ponto de avanço sobre o australiano Adam Phelam, da Drapac.

A Volta a Castela e Leão, competição de três dias, regressa a Espanha já no sábado, com a ligação de Bragança a Fermoselle.

Fonte: Record on-line

“‘Portugal’ faz frente a Valverde na Volta a Castilha e Leão”

Por: Ana Paula Marques

Ainda que o espanhol Alejandro Valverde (Movistar) seja o grande candidato a vencer a Volta a Castela e Leão, a forte armada lusitana promete muito mais do que ser mera figurante.

A prova que começou hoje conta com grande presença portuguesa, que se traduz em quatro equipas – W52-FC Porto, Sporting-Tavira, RP-Boavista e Efapel – e em 20 ciclistas inscritos, para além do percurso que chega a Portugal via Bragança. A cidade transmontana recebeu hoje o pelotão com a chegada da 1ª etapa, e amanhã com a partida da 2ª.

A montanha foi marca do traçado, com a etapa de hoje a ter uma contagem de 3ª categoria a 8 km da meta.

Fonte: Record on-line
 
 
 
 
 
 

quinta-feira, 14 de abril de 2016

“Volta a Portugal pode passar por troço de rali em Fafe”

Foto: Lusa

Joaquim Gomes confirmou a discussão desta possibilidade para o percurso da prova.
A organização da Volta a Portugal em bicicleta pondera incluir na edição deste ano um percurso em terra, em Fafe, habitualmente utilizado no Rali de Portugal, confirmou hoje à Lusa o diretor de prova, Joaquim Gomes. "Estamos a avaliar essa possibilidade e já nos deslocámos ao local", afirmou, destacando o "caráter inédito" da eventual passagem.
Joaquim Gomes explicou que a decisão só será tomada depois de auscultada a Federação Portuguesa de Ciclismo, a Associação Portuguesa de Ciclistas Profissionais e as equipas portuguesas.
O diretor da Volta a Portugal, cuja 78.ª edição decorre entre 27 de julho a 07 de agosto, assinalou que importa assegurar todas as condições, nomeadamente as que garantam a integridade física dos ciclistas.
O vice-presidente da Câmara de Fafe, Pompeu Martins, confirmou hoje à Lusa o interesse da organização da prova e frisou que, do lado Município, há toda a abertura e colaboração.
Segundo o autarca, o que está a ser equacionado é que se percorra um troço de cerca de 2,2 quilómetros, em terra batida, começando na zona do Confurco e passando pelo famoso salto da Lameirinha. Junto ao cemitério da Lagoa, os ciclistas iniciarão, já em alcatrão, a descida até Fafe, onde terminará a etapa do dia.
Pompeu Martins afirmou que há uma grande expetativa em relação à passagem dos ciclistas pelo "mítico troço do rali", sobretudo por ser "uma absoluta novidade". "Imaginamos que muita gente curiosa não deixará de se deslocar ao troço para ver passar o pelotão", assinalou.
Se a utilização do percurso em terra for uma realidade, como deseja o município, estarão reunidas condições para "mais um grande momento de afirmação de Fafe no contexto mediático nacional", assinalou.
A propósito, destacou a possibilidade de se fazer uma associação curiosa entre duas modalidades em que o concelho tem grande tradição e muitos adeptos. "Acho que ganharíamos todos. Seria algo fantástico", afirmou, a propósito.
Joaquim Gomes disse à Lusa, por seu turno, concordar com o interesse mediático acrescido que esta novidade poderá trazer à Volta a Portugal, "num concelho como Fafe, com tão grande tradição no ciclismo e nos ralis". Se a passagem pelo troço de terra corresse bem, frisou, poderia até passar a integrar, em futuras edições, as etapas com chegada a Fafe. Apesar disso, a decisão ainda não está tomada, prevendo o diretor da prova que nas próximas semanas ficará tudo definido.
Fonte: SAPO Desporto c/ Lusa

“UCI suspende utilização de travões de disco em provas de estrada”

Os cortes provocados pelos discos estão na origem da decisão do organismo, apenas duas equipas do WorldTour usam discos.
A União Ciclista Internacional (UCI) decidiu hoje suspender, com caráter imediato, a experiência de utilização de travões de disco nas bicicletas que estava em curso nas provas de estrada.
"Esta decisão vem na sequência do pedido da Associação Internacional de Grupos Ciclistas Profissionais (AIGCP) (...) após o acidente de que o corredor da Movistar Team Francisco Ventoso foi vítima no domingo na 'clássica' Paris-Roubaix. Este pedido teve o apoio dos Ciclistas Profissionais Associados, organismo representante dos corredores", anunciou a UCI em comunicado.
O corredor espanhol, que na quarta-feira alertou para os perigos dos travões de disco, ficou ferido numa perna e foi submetido a uma intervenção cirúrgica depois de ter roçado na parte traseira da bicicleta de outro ciclista durante uma situação confusa, com travagens bruscas, em que se aglomeraram os corredores. Na mesma corrida, o belga Nikolas Maes, da Etixx-QuickStep, sofreu um corte num joelho, provocado também por um disco.
Depois dos primeiros testes, efetuados em agosto e setembro de 2015, a UCI autorizou a utilização deste tipo de travões nas provas de estrada a partir de 2016 em todos os escalões profissionais, prometendo supervisionar a experiência. Entre as 18 equipas do WorldTour, há apenas duas a usar os discos.
"A UCI vai agora prosseguir consultas alargadas sobre este tema no âmbito da sua Comissão de Material, no seio da qual estão representadas as equipas, os corredores, os mecânicos, os adeptos, os comissários e a indústria da bicicleta - através da Federação Mundial da Indústria dos Desporto -, reafirmando que a segurança dois corredores foi e será sempre sua prioridade absoluta", conclui o comunicado.
Fonte: SAPO Desporto c/ Lusa

“Castela e Leão muito 'portuguesa'”

Foto: Epa

Autor: Ana Paula Marques

Quatro equipas portuguesas estarão presentes, Valverde será a estrela

A Volta a Castela e Leão, no país vizinho, tem um forte cunho português, que se nota em três áreas: no pelotão, com a participação de quatro equipas (Sporting-Tavira, W52-FC Porto, Efapel e RP-Boavista), no percurso (com uma chegada e partida de Bragança), e através do organizador, a empresa Fullsport, de Carlos Pereira.

Das 15 equipas participantes, uma é do World Tour, a Movistar, que se apresenta com um dos seus líderes, Alejandro Valverde, sendo ele o principal candidato a ganhar uma corrida na qual o seu nome não consta no palmarés.

Armada lusitana

As quatro equipas nacionais que amanhã estarão na linha de partida não terão muitos argumentos para fazer frente à Movistar, mas podem aspirar a lugares no top 10. Os recentes resultados obtidos no país vizinho deixaram boas indicações, nomeadamente os de César Fonte e Frederico Figueiredo da RP-Boavista. Por outro lado, o facto de o percurso não ter contrarrelógio pesa também a favor das formações nacionais.

O Sporting-Tavira faz-se representar com os pesos-pesados, o italiano Rinaldo Nocentino e Hugo Sabido, sendo que no W52-FC Porto Gustavo Veloso é baixa por lesão. A Efapel alinha com o chefe de fila Joni Brandão.

Montanha é o prato forte do percurso

As três etapas, todas em linha, têm a montanha como prato forte, destacando-se no último dia a chegada ao Alto de Candelario, de 1.ª categoria. A 31.ª Volta a Castela e Leão começa então amanhã com a ligação Alcanices-Bragança, para no sábado o pelotão partir da cidade portuguesa rumo a Fermoselle. Já no domingo, a última tirada começa em Salamanca.

Fonte: Record on-line

“EFAPEL enfrenta desafio ibérico”

Três dias de competição em Espanha e em Portugal

A equipa profissional de ciclismo EFAPEL regressa à estrada para o desafio ibérico da temporada velocipédica. À semelhança do que aconteceu na época passada, a Vuelta Ciclista Castilla y León realiza-se em Portugal e em Espanha de amanhã a domingo e a formação de Ovar entra na competição com o objectivo de lutar pelos melhores lugares. A prova conta com a participação de equipas ambiciosas, entre as quais uma estrutura do World Tour, mas os comandados por Américo Silva não se desviam das metas traçadas.

Com um traçado exigente, marcado por etapas selectivas com inúmeras montanhas categorizadas, será um bom teste para a nova fase da época. “Entramos para esta prova com o intuito de sermos protagonistas. Acaba por ser uma oportunidade para voltar a correr com formações que, em teoria, são de um nível superior. Mas temos sempre a ambição de dar o nosso melhor sem qualquer complexo de inferioridade e vamos bater-nos de igual para igual. Relativamente, ao percurso,as etapas são duras e com o clima que temos, serão três dias exigentes em que tudo pode acontecer. Em teoria, a derradeira será aquela em que se farão as diferenças.”

A competição começa já amanhã com uma etapa internacional. Alcañices, em Espanha, é o ponto de partida. Bragança, em Portugal, recebe o final depois de quase 170 quilómetros. No segundo dia, o pelotão deixa a cidade bragantina e ruma a Fermoselle, de novo em Espanha. São 170,6 km. No domingo, uma etapa dura, toda ela desenhada no país vizinho. Salamanca – Candelario (Alto de la Plataforma) é o dia principal com final numa montanha de primeira categoria depois de mais de 160 quilómetros cumpridos.

Nome da prova

31ª Vuelta Ciclista Castilla y León

Data

15 a 17 de Abril de 2016

Director desportivo

Américo Silva

Ciclistas

António Barbio (Contra-relogista)

Álvaro Trueba (Contra-relogista/Trepador)

Daniel Mestre (Contra-relogista)

Filipe Cardoso (Sprinter/Equipier)

Henrique Casimiro (Trepador)

Jóni Brandão (Trepador)

Nuno Almeida (Trepador)

Rafael Silva (Sprinter

Fonte: Efapel

“20º Passeio de Pombal”

AMIGOS DO PEDAL

Pombal, terra de tradições e de grandes pedaladas, no centro de Portugal, o Clube de Cicloturismo de Pombal leva para a estrada no próximo dia 24 de abril o seu XX Passeio Anual de Cicloturismo, com o percurso de 60 quilómetros. Será com todo o prazer que o Clube de Cicloturismo de Pombal quer receber na bonita cidade de Pombal todos os participantes para mais um passeio de bicicleta, finalmente com SOL.

A concentração para o evento terá início a partir das 8 horas, no Largo da Biblioteca, junto à sede do clube (entre a Linha da CP e o Rio Arunca), sendo o horário para cumprir, por isso, a saída será dada às 09h15. O itinerário é curto e rápido (60 km) e de média dificuldade, com uma média recomendada de 23 km/h.

O Passeio termina por volta das 12H25, na zona desportiva da cidade, local de banhos de água quente.

A seguir será o convívio com um almoço, o já tradicional e espectacular Porco no Espeto.

O passeio faz parte do calendário oficial da Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta (FPCUB), com bonita paisagem, boas lembranças, um saudável convívio, amizade e boa gastronomia, estão assim reunidas as condições para um grande dia de Cicloturismo, ficando assim à espera da vossa presença.

O Passeio contará mais uma vez com a revista Notícias do Pedal, que apoia e fará a reportagem do evento.

Um passeio a não perder e que se recomenda.

Faça já a sua inscrição para os contactos 968130525 / 919830026 / 933953840 ou email cicloturismopombal@gmail.com