sexta-feira, 15 de abril de 2016
“Reportagem na “TV Ciclismo” “14ª Bênção Nacional dos Ciclistas.2016”
Já
está on-line a reportagem na “TV Ciclismo”,
“14ª Bênção Nacional dos Ciclistas.2016” realizado em Fátima no
passado domingo 10 de abril, a mesma pode ser
visualizada em: http://www.tvciclismo.pt/estrada/153/3/14-bencao-nacional-de-ciclistas/
ou em: http://www.tvciclismo.pt onde
pode ainda visualizar outras notícias, e assistir a emissões em direto, coloque
já nos seus favoritos.
“Seleção Nacional/Liberty Seguros”
César Martingil é o melhor português no ZLM Tour
César Martingil terminou as duas primeiras etapas do ZLM Roompot
Tour, hoje disputadas na Holanda, com o estatuto de melhor português. O ribatejano
é o 64.º da geral, a 2m57s do norueguês Amund Jansen Grondahl, que comanda esta
prova da Taça das Nações de Sub-23.
A jornada começou
com um contrarrelógio por equipas de 23 quilómetros, que foram percorridos por
estradas estreitas, molhadas e enlameadas, em redor de Tholen. O sexteto
português não se adaptou ao exercício, terminando na 24.ª posição, a 2m57s da
Noruega, que estabeleceu o melhor registo, 27m46s.
"Fizemos o melhor possível num percurso muito técnico, com
estradas estreitas, molhadas e, em alguns pontos, até com lama. O vento forte
as viragens perigosas foram outras dificuldades enfrentadas por todas as
equipas", afirma o selecionador nacional,
José Poeira.
A etapa vespertina
ligou Kamperland e Zierikzee, através de uma viagem de 124 quilómetros. A chuva
forte, o vento e a alta velocidade foram uma constante. Como consequência, o
pelotão partiu-se em vários grupos, sucedendo-se também quedas e avarias.
A segunda etapa
decidiu-se ao sprint. O holandês Fabio Jakobsen foi o mais rápido, diante do
italiano Simone Consonni e do espanhol Ivan García Cortina, segundo e terceiro,
respetivamente. César Martingil, 30.º, e Rui Oliveira, 36.º, conseguiram entrar
no primeiro grupo, apesar de Martingil ter sofrido uma queda já perto do final.
“O Rui Oliveira está num bom momento e conseguiu estar sempre na
frente. O César Martingil também demonstrou uma boa condição, porque teve uma
avaria e depois uma queda e ainda assim esteve com os melhores”, descreve o selecionador nacional.
O contrarrelógio
coletivo marcou a geral, com a Noruega, vencedora do exercício por equipas, a
ocupar os quatro primeiros lugares da geral individual, com Amund Jansen
Grondahl, à cabeça. César Martingil é 64.º e Rui Oliveira é 65.º, ambos a
2m57s, o tempo perdido por Portugal no contrarrelógio. João Silva é 97.º, a
7m14s, e Luís Gomes é 109.º, a 9m35s. André Crispim e Fábio Mansilhas
engrossaram a lista de 26 abandonos.
A terceira e
última etapa corre-se neste sábado. Terá partida e chegada em Goes e 177,2
quilómetros de extensão.
Fonte: FPC
“EFAPEL com quatro corredores no top-15”
António
Barbio foi um dos protagonistas da fuga do dia
A
primeira etapa da Vuelta Ciclista Castilla y Leon fez a ligação entre Alcañices,
em Espanha, e Bragança, em Portugal. Ao longo de quase 170 quilómetros, os
ciclistas enfrentaram um percurso exigente debaixo de condições climatéricas
adversas, com chuva e frio. No meio de todas estas dificuldades, António
Barbio, da EFAPEL, esteve em destaque. O atleta comandado por Américo Silva foi
um dos oito elementos que integraram a fuga do dia e que batalharam na frente
até serem absorvidos pelo pelotão. Esta jornada foi ganha por Carlos Betancur,
da Movistar, numa classificação em que a formação de Ovar colocou quatro dos
sete atletas inscritos entre os 15 primeiros.
Num
dia em que esta corrida cruzou a fronteira entre Espanha e Portugal, Álvaro
Trueba foi o melhor representante da EFAPEL. O ciclista espanhol cruzou a meta
a 49 segundos do vencedor, na sexta posição. Seguiu-se Rafael Silva, em sétimo,
a 54 segundos. Daniel Mestre, em 11º, e Jóni Brandão, em 12º, chegaram a
Bragança com o mesmo tempo de Rafael Silva.
“Fizemos
uma etapa muito boa tendo em conta tudo o que a envolveu, desde o frio, a chuva
e a parte final bastante dura. Toda a equipa, no seu conjunto, esteve muito bem
e deixa-nos boas perspectivas para as duas etapas que vêm aí”, afirmou o líder
da EFAPEL, Américo Silva.
Cumprido
o primeiro dia da 31ª Vuelta Ciclista Castilla y Leon, o pelotão prepara-se
para a segunda etapa, que se realiza amanhã, entre Bragança e Fermoselle. São
170,6 quilómetros com quatro contagens de montanha, três de terceira e uma de
segunda categoria. A última será a mais difícil e poderá ditar o desfecho da corrida
pois encontra-se a cerca de três quilómetros da meta.
Classificação
da primeira etapa na Vuelta Ciclista Castilla y Leon
1º Carlos Betancur Movistar Team 4h27m02s
2º Pello Bilbao Caja Rural - Seguros RGA mt
3º Carlos Barbero Caja Rural - Seguros RGA a 46s
…
6º Álvaro Trueba EFAPEL a 49s
7º Rafael Silva EFAPEL a 54s
11º Daniel Mestre EFAPEL mt
12º Jóni Brandão EFAPEL mt
41º Nuno Almeida EFAPEL mt
45º António Barbio EFAPEL mt
51º Henrique Casimiro EFAPEL mt
Classificação
geral individual após a primeira etapa na Vuelta Ciclista Castilla y Leon
1º Carlos Betancur Movistar Team 4h26m52s
2º Pello Bilbao Caja Rural - Seguros RGA a 4s
3º Carlos Barbero Caja Rural - Seguros RGA a 52s
…
6º Álvaro Trueba EFAPEL a 59s
7º Rafael Silva EFAPEL a 1m04s
11º Daniel Mestre EFAPEL mt
12º Jóni Brandão EFAPEL mt
41º Nuno Almeida EFAPEL mt
45º António Barbio EFAPEL mt
51º Henrique Casimiro EFAPEL mt
Fonte:
Efapel
“Volta a Castilha e Leão: Betancur vence em Bragança”
O colombiano Carlos Betancur,
da Movistar, venceu esta sexta-feira a primeira etapa da Volta a Castela e
Leão, com meta em Bragança, sendo Rafael Silva, da Efapel, o português mais bem
classificado, a 54 segundos do vencedor.
A etapa começou em Alcanices,
em Espanha, após o que o pelotão cruzou a fronteira e se dirigiu para Bragança,
com Betancur a bater na meta instalada na Avenida D. Sancho o espanhol Pello
Bilbao, da Caja Rural - ambos foram creditados em 4:27.02 horas para os 166
quilómetros.
Frio e chuva quase constante
dificultaram a tirada, em que vários tentaram a sorte em fugas, nomeadamente o
português José Gonçalves, da Caja Rural, tudo se definindo a oito quilómetros
do fim, quando Betancur e Bilbao se isolaram.
Contabilizadas as
bonificações, Betancur lidera com quatro segundos de avanço sobre Bilbao e 52
sobre o espanhol Carlos Barbero, também da Caja Rural.
Participam na competição
quatro equipas portuguesas - Radio Popular-Boavista, W52 - FC Porto, Efapel e
Sporting/Tavira - e ainda dois portugueses, José Gonçalves e Ricardo Vilela, na
Caja Rural.
Na geral, o espanhol Alvaro
Trueba, em sexto a 59 segundos, é o melhor das equipas lusas. No top-10 estão
também Rafael Silva, em sétimo, e o espanhol Jesus Ezquerra, da
Sporting-Tavira, em 10.º, ambos a 1.04 minutos.
Por equipas, comanda a
Movistar, com a Efapel em quarto, a Rádio Popular - Boavista em quinto, o
Sporting/Tavira em sexto e o W52 - FC Porto em sétimo.
Raul Alarcón, espanhol do W52
- FC Porto, comanda o prémio da montanha, com um ponto de avanço sobre o
australiano Adam Phelam, da Drapac.
A Volta a Castela e Leão,
competição de três dias, regressa a Espanha já no sábado, com a ligação de
Bragança a Fermoselle.
Fonte: Record on-line
“‘Portugal’ faz frente a Valverde na Volta a Castilha e Leão”
Por: Ana Paula Marques
Ainda que o espanhol Alejandro Valverde (Movistar) seja o grande candidato a vencer a Volta a Castela e Leão, a forte armada lusitana promete muito mais do que ser mera figurante.
A prova que começou hoje conta com grande presença portuguesa, que se traduz em quatro equipas – W52-FC Porto, Sporting-Tavira, RP-Boavista e Efapel – e em 20 ciclistas inscritos, para além do percurso que chega a Portugal via Bragança. A cidade transmontana recebeu hoje o pelotão com a chegada da 1ª etapa, e amanhã com a partida da 2ª.
A montanha foi marca do traçado, com a etapa de hoje a ter uma contagem de 3ª categoria a 8 km da meta.
Fonte: Record on-line
quinta-feira, 14 de abril de 2016
“Volta a Portugal pode passar por troço de rali em Fafe”
Foto: Lusa
Joaquim Gomes confirmou a discussão desta
possibilidade para o percurso da prova.
A
organização da Volta a Portugal em bicicleta pondera incluir na edição deste
ano um percurso em terra, em Fafe, habitualmente utilizado no Rali de Portugal,
confirmou hoje à Lusa o diretor de prova, Joaquim Gomes. "Estamos a
avaliar essa possibilidade e já nos deslocámos ao local", afirmou,
destacando o "caráter inédito" da eventual passagem.
Joaquim
Gomes explicou que a decisão só será tomada depois de auscultada a Federação
Portuguesa de Ciclismo, a Associação Portuguesa de Ciclistas Profissionais e as
equipas portuguesas.
O
diretor da Volta a Portugal, cuja 78.ª edição decorre entre 27 de julho a 07 de
agosto, assinalou que importa assegurar todas as condições, nomeadamente as que
garantam a integridade física dos ciclistas.
O
vice-presidente da Câmara de Fafe, Pompeu Martins, confirmou hoje à Lusa o
interesse da organização da prova e frisou que, do lado Município, há toda a
abertura e colaboração.
Segundo
o autarca, o que está a ser equacionado é que se percorra um troço de cerca de
2,2 quilómetros, em terra batida, começando na zona do Confurco e passando pelo
famoso salto da Lameirinha. Junto ao cemitério da Lagoa, os ciclistas
iniciarão, já em alcatrão, a descida até Fafe, onde terminará a etapa do dia.
Pompeu
Martins afirmou que há uma grande expetativa em relação à passagem dos
ciclistas pelo "mítico troço do rali", sobretudo por ser "uma
absoluta novidade". "Imaginamos que muita gente curiosa não deixará
de se deslocar ao troço para ver passar o pelotão", assinalou.
Se
a utilização do percurso em terra for uma realidade, como deseja o município,
estarão reunidas condições para "mais um grande momento de afirmação de
Fafe no contexto mediático nacional", assinalou.
A
propósito, destacou a possibilidade de se fazer uma associação curiosa entre
duas modalidades em que o concelho tem grande tradição e muitos adeptos.
"Acho que ganharíamos todos. Seria algo fantástico", afirmou, a
propósito.
Joaquim Gomes disse à Lusa, por seu turno, concordar
com o interesse mediático acrescido que esta novidade poderá trazer à Volta a
Portugal, "num concelho como Fafe, com tão grande tradição no ciclismo e
nos ralis". Se a passagem pelo troço de terra corresse bem, frisou,
poderia até passar a integrar, em futuras edições, as etapas com chegada a
Fafe. Apesar disso, a decisão ainda não está tomada, prevendo o diretor da
prova que nas próximas semanas ficará tudo definido.
Fonte: SAPO Desporto c/ Lusa
“UCI suspende utilização de travões de disco em provas de estrada”
Os cortes provocados pelos discos estão na origem da decisão do organismo,
apenas duas equipas do WorldTour usam discos.
A União Ciclista
Internacional (UCI) decidiu hoje suspender, com caráter imediato, a experiência
de utilização de travões de disco nas bicicletas que estava em curso nas provas
de estrada.
"Esta decisão vem
na sequência do pedido da Associação Internacional de Grupos Ciclistas
Profissionais (AIGCP) (...) após o acidente de que o corredor da Movistar Team
Francisco Ventoso foi vítima no domingo na 'clássica' Paris-Roubaix. Este
pedido teve o apoio dos Ciclistas Profissionais Associados, organismo
representante dos corredores", anunciou a UCI em comunicado.
O corredor espanhol,
que na quarta-feira alertou para os perigos dos travões de disco, ficou ferido
numa perna e foi submetido a uma intervenção cirúrgica depois de ter roçado na
parte traseira da bicicleta de outro ciclista durante uma situação confusa, com
travagens bruscas, em que se aglomeraram os corredores. Na mesma corrida, o
belga Nikolas Maes, da Etixx-QuickStep, sofreu um corte num joelho, provocado
também por um disco.
Depois dos primeiros
testes, efetuados em agosto e setembro de 2015, a UCI autorizou a utilização
deste tipo de travões nas provas de estrada a partir de 2016 em todos os
escalões profissionais, prometendo supervisionar a experiência. Entre as 18
equipas do WorldTour, há apenas duas a usar os discos.
"A UCI vai agora prosseguir consultas alargadas sobre este tema no
âmbito da sua Comissão de Material, no seio da qual estão representadas as
equipas, os corredores, os mecânicos, os adeptos, os comissários e a indústria
da bicicleta - através da Federação Mundial da Indústria dos Desporto -,
reafirmando que a segurança dois corredores foi e será sempre sua prioridade
absoluta", conclui o comunicado.
Fonte: SAPO Desporto c/ Lusa
“Castela e Leão muito 'portuguesa'”
Foto: Epa
Autor: Ana Paula Marques
Quatro equipas
portuguesas estarão presentes, Valverde será a estrela
A Volta a Castela e
Leão, no país vizinho, tem um forte cunho português, que se nota em três áreas:
no pelotão, com a participação de quatro equipas (Sporting-Tavira, W52-FC
Porto, Efapel e RP-Boavista), no percurso (com uma chegada e partida de
Bragança), e através do organizador, a empresa Fullsport, de Carlos Pereira.
Das 15 equipas
participantes, uma é do World Tour, a Movistar, que se apresenta com um dos
seus líderes, Alejandro Valverde, sendo ele o principal candidato a ganhar uma
corrida na qual o seu nome não consta no palmarés.
Armada lusitana
As quatro equipas
nacionais que amanhã estarão na linha de partida não terão muitos argumentos
para fazer frente à Movistar, mas podem aspirar a lugares no top 10. Os
recentes resultados obtidos no país vizinho deixaram boas indicações,
nomeadamente os de César Fonte e Frederico Figueiredo da RP-Boavista. Por outro
lado, o facto de o percurso não ter contrarrelógio pesa também a favor das
formações nacionais.
O Sporting-Tavira
faz-se representar com os pesos-pesados, o italiano Rinaldo Nocentino e Hugo
Sabido, sendo que no W52-FC Porto Gustavo Veloso é baixa por lesão. A Efapel
alinha com o chefe de fila Joni Brandão.
Montanha é o prato forte do percurso
As três etapas, todas em linha, têm a montanha como prato forte, destacando-se no último dia a chegada ao Alto de Candelario, de 1.ª categoria. A 31.ª Volta a Castela e Leão começa então amanhã com a ligação Alcanices-Bragança, para no sábado o pelotão partir da cidade portuguesa rumo a Fermoselle. Já no domingo, a última tirada começa em Salamanca.
Montanha é o prato forte do percurso
As três etapas, todas em linha, têm a montanha como prato forte, destacando-se no último dia a chegada ao Alto de Candelario, de 1.ª categoria. A 31.ª Volta a Castela e Leão começa então amanhã com a ligação Alcanices-Bragança, para no sábado o pelotão partir da cidade portuguesa rumo a Fermoselle. Já no domingo, a última tirada começa em Salamanca.
Fonte: Record on-line
“EFAPEL enfrenta desafio ibérico”
Três dias de competição em
Espanha e em Portugal
A equipa profissional de
ciclismo EFAPEL regressa à estrada para o desafio ibérico da temporada
velocipédica. À semelhança do que aconteceu na época passada, a Vuelta Ciclista
Castilla y León realiza-se em Portugal e em Espanha de amanhã a domingo e a
formação de Ovar entra na competição com o objectivo de lutar pelos melhores
lugares. A prova conta com a participação de equipas ambiciosas, entre as quais
uma estrutura do World Tour, mas os comandados por Américo Silva não se desviam
das metas traçadas.
Com um traçado exigente,
marcado por etapas selectivas com inúmeras montanhas categorizadas, será um bom
teste para a nova fase da época. “Entramos para esta prova com o intuito de
sermos protagonistas. Acaba por ser uma oportunidade para voltar a correr com
formações que, em teoria, são de um nível superior. Mas temos sempre a ambição
de dar o nosso melhor sem qualquer complexo de inferioridade e vamos bater-nos
de igual para igual. Relativamente, ao percurso,as etapas são duras e com o
clima que temos, serão três dias exigentes em que tudo pode acontecer. Em
teoria, a derradeira será aquela em que se farão as diferenças.”
A competição começa já amanhã
com uma etapa internacional. Alcañices, em Espanha, é o ponto de partida.
Bragança, em Portugal, recebe o final depois de quase 170 quilómetros. No
segundo dia, o pelotão deixa a cidade bragantina e ruma a Fermoselle, de novo
em Espanha. São 170,6 km. No domingo, uma etapa dura, toda ela desenhada no
país vizinho. Salamanca – Candelario (Alto de la Plataforma) é o dia principal
com final numa montanha de primeira categoria depois de mais de 160 quilómetros
cumpridos.
Nome da prova
31ª Vuelta Ciclista Castilla y
León
Data
15 a 17 de Abril de 2016
Director desportivo
Américo Silva
Ciclistas
António Barbio
(Contra-relogista)
Álvaro Trueba
(Contra-relogista/Trepador)
Daniel Mestre
(Contra-relogista)
Filipe Cardoso
(Sprinter/Equipier)
Henrique Casimiro (Trepador)
Jóni Brandão (Trepador)
Nuno Almeida (Trepador)
Rafael Silva (Sprinter
Fonte: Efapel
“20º Passeio de Pombal”
AMIGOS DO PEDAL
Pombal, terra de tradições e de grandes
pedaladas, no centro de Portugal, o Clube de Cicloturismo de Pombal leva para a
estrada no próximo dia 24 de abril o seu XX Passeio Anual de Cicloturismo, com
o percurso de 60 quilómetros. Será com todo o prazer que o Clube de
Cicloturismo de Pombal quer receber na bonita cidade de Pombal todos os
participantes para mais um passeio de bicicleta, finalmente com SOL.
A concentração para o evento terá início a
partir das 8 horas, no Largo da Biblioteca, junto à sede do clube (entre a
Linha da CP e o Rio Arunca), sendo o horário para cumprir, por isso, a saída
será dada às 09h15. O itinerário é curto e rápido (60 km) e de média
dificuldade, com uma média recomendada de 23 km/h.
O Passeio termina por volta das 12H25, na zona
desportiva da cidade, local de banhos de água quente.
A seguir será o convívio com um almoço, o já
tradicional e espectacular Porco no Espeto.
O passeio faz parte do calendário oficial da
Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta (FPCUB), com
bonita paisagem, boas lembranças, um saudável convívio, amizade e boa
gastronomia, estão assim reunidas as condições para um grande dia de
Cicloturismo, ficando assim à espera da vossa presença.
O Passeio contará mais uma vez com a revista
Notícias do Pedal, que apoia e fará a reportagem do evento.
Um passeio a não perder e que se recomenda.
Faça já a sua inscrição para os contactos
968130525 / 919830026 / 933953840 ou email cicloturismopombal@gmail.com
quarta-feira, 13 de abril de 2016
“Camisola Azul Liberty Seguros na 78ª Volta a Portugal (Prémio da Montanha)”
Pelo 13º ano consecutivo a
Liberty Seguros vai estar na Volta a Portugal em Bicicleta. De 27 de julho a 7
de agosto, a seguradora patrocina a Camisola Azul, símbolo para o “Rei dos
Trepadores”, cuja classificação tem sido dominada, nos últimos anos, pelos
corredores portugueses.
Na última edição, Bruno Silva
(LA Alumínios-Antarte) ganhou destacado a pontuação das 21 contagens para o
Prémio da Montanha. Para a Liberty Seguros a associação a uma prova tão
carismática como a Volta a Portugal acontece, não só pela elevada visibilidade
e retorno mediático, mas sobretudo porque o ciclismo se identifica com valores
defendidos pela própria marca: a superação pessoal e do coletivo perante os
desafios, através da promoção da prática da modalidade com base na ética e na
lealdade. Rodrigo Esteves, Diretor de Marketing da seguradora afirma “A marca
Liberty Seguros está em Portugal desde 2003 e está associada ao ciclismo desde
o início. Grande parte da notoriedade da Liberty Seguros atualmente foi
conquistada e construída com a associação ao desporto em geral e ao ciclismo em
particular. A Volta a Portugal em Bicicleta tem um importantíssimo papel nesta
estratégia, pois é o maior evento desta modalidade no país.
Com o nosso investimento na
Volta a Portugal acabamos por trabalhar várias dimensões, desde a notoriedade
da marca, passando pela relação com a rede de distribuição até à área da
responsabilidade social. Por esse motivo é muito difícil quantificar o retorno
económico desse investimento, pois não se trata apenas de venda de seguros ou
crescimento.”
Este novo patrocínio à Volta a
Portugal é válido durante dois anos e foi celebrado recentemente entre a
instituição seguradora e a Podium Events, organizadora da competição. Últimos
Vencedores do Prémio da Montanha (Camisola Azul): 2015 – Bruno Silva (LA
Alumínios-Antarte) 2014 – António Carvalho (LA Alumínios-Antarte) 2013 – Sérgio
Sousa (Efapel-Glassdrive) 2012 – Rui Sousa (Efapel-Glassdrive) 2011 – Fabricio
Ferrari (Caja Rural) #eugostodaVolta
Fonte: Gabinete de Imprensa
Podium
“Ciclista italiano suspenso 18 meses após acusar cocaína”
Foto: ERIC FEFERBERG / AFP
Luca Paolini foi considerado culpado de uma
"violação não intencional das regras antidoping".
O
italiano Luca Paolini, que acusou consumo de cocaína durante a Volta a França
de 2015, foi suspenso por 18 meses pela Comissão Antidoping da União Ciclista
Internacional (UCI), anunciou esta quarta-feira o organismo regulador da
modalidade.
Em
comunicado, a UCI indica que Paolini foi considerado culpado de uma “violação
não intencional das regras antidoping (...) e impôs ao ciclista um período de
18 meses de proibição de participar em competições”.
Aos
39 anos, a decisão da UCI poderá precipitar o fim da carreira de Paolini, que
acusou positivo a cocaína num controlo antidoping realizado a 7 de julho de
2015, após a conclusão da quarta etapa da Volta a França, na qual competia pela
equipa russa Katusha.
O português José Azevedo é dos diretores desportivos
da Katusha, onde alinha o também luso Tiago Machado.
Fonte: SAPO Desporto c/ Lusa
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