quarta-feira, 30 de março de 2016

“Aldeias do Xisto inauguram “Subida Épica do Fundão – Cerejeiras em Flor”

10 de abril

09h00

Fundão

Já imaginou subir a Serra da Gardunha tendo como cenário as cerejeiras em flor? Então prepare-se porque a partir do próximo mês de abril vai poder aventurar-se pelo cenário único da Cova da Beira através da nova “Subida Épica do Fundão – Cerejeiras em Flor”. As Aldeias do Xisto esperam por si!

Em pleno reino da cereja, por entre vegetação exuberante e paisagens idílicas, as Aldeias do Xisto desafiam a percursos singulares pela Serra da Gardunha. A “Subida Épica do Fundão – Cerejeiras em Flor” das Aldeias do Xisto tem nos seus dois primeiros quilómetros de subida, até à chegada à aldeia de Alcongosta, a companhia de extensos pomares de cerejeiras. Com inauguração marcada para 10 de abril, esta nova Subida Épica estreia-se no mês onde a paisagem é única, com o branco das cerejeiras floridas a lembrar a neve do inverno.

Nos quilómetros iniciais da “Subida Épica do Fundão – Cerejeiras em Flor” as inclinações são moderadas, não excedendo os 6% na primeira parte, acentuando-se na aproximação à povoação. Conhecida como Capital da Cereja, a aldeia de Alcongosta destaca-se pelo seu brasão composto por duas cestas de vime com cerejas e um castanheiro, e pelo seu temível pavê, um piso sobre o qual se atravessa toda a localidade durante 1272 metros e uma inclinação superior a 7%.

Enquanto se percorrem as ruelas, podem observar-se as casas pintadas de branco, de onde sobressaem os muitos muros de pedra que fazem fronteira entre as ruas da aldeia e quintais de um verde luxuriante, onde as oliveiras fazem companhia às cerejeiras. A última casa da aldeia, marca também o fim do pavê e o início da Estrada Florestal de Alcongosta, onde se espera uma inclinação média que oscila entre os 6% e os 7%. Aqui, as cerejeiras vão sendo substituídas por frondosos castanheiros e carvalhos, indispensáveis nos dias quentes.

Ao atingir o último quilómetro de subida, a vegetação torna-se mais rasteira, permitindo apreciar toda a Cova da Beira, com destaque para as cidades do Fundão e da Covilhã e para a Serra da Estrela. A estrada alcatroada e a subida terminam junto à entrada do Natural Glamping da Gardunha, onde o contato com a natureza do campismo e o conforto se encontram em perfeita sintonia.

Subidas Épicas – Bike Roads Aldeias do Xisto

O projeto Bike Roads Aldeias do Xisto traz a Portugal um conceito que está em pleno desenvolvimento em vários destinos de montanha em todo o mundo e, em especial, na Europa. Esta iniciativa passa por caracterizar o percurso das subidas mais emblemáticas e desafiantes de Portugal, com uma sinalética específica que indica aos utilizadores a distância ao final da subida, a altitude e a inclinação do próximo quilómetro.

As Bike Roads são um conjunto selecionado dos melhores cenários e estradas para a prática do ciclismo, permitindo aos utilizadores desfrutar destes percursos em autonomia e ao longo de todo o ano, sozinhos ou em grupo. São subidas cujas características técnicas, associadas à distância, desnível acumulado, altitudes e inclinações, as tornam em desafios apelativos para os ciclistas amadores, permitindo experimentar as sensações vividas pelos profissionais nas grandes escaladas das competições mais carismáticas.

Para mais informações visite www.aldeiasdoxisto.pt

A Rede das Aldeias do Xisto é um projeto de desenvolvimento sustentável, de âmbito regional, liderado pela ADXTUR – Agência para o Desenvolvimento Turístico das Aldeias do Xisto, em parceria com 20 municípios da Região Centro e com cerca de 100 operadores privados. A ADXTUR congrega, assim, as vontades públicas e privadas de uma região, que se reveem na gestão partilhada de uma marca, na promoção conjunta de um território, na criação de riqueza através da oferta de serviços turísticos e, finalmente, na preservação da cultura e do património do mundo rural beirão.

“VERTICAL BIKE”

Abrem as inscrições para 3º Edição
O teste será sábado junho 18 em Sierra Nevada
Mais um ano, Bicicleta Vertical retorna ao calendário nacional de mountain bike no sábado 18 de junho de um teste que combina a força da maratona XCM e a habilidade e técnica XC necessário. Sem dúvida, um desafio "tall" único e exigindo que procuram os pilotos mais completos, que tem lugar em Sierra Nevada.
Os participantes terão de superar seus limites físicos e mentais; um desafio que combina natureza e desporto para 8 horas contínuas das 10:00 até às 18:00 em um palco como Sierra Nevada mais de 2.000 metros de altura, definitivamente, o circuito de bicicleta de montanha mais alta da Europa e sediou a Copa do mundo de mountain bike em 2000. a Alta circuit Fonte em Sierra Nevada, vai oferecer um passeio de pouco mais de 9 quilômetros de boliche rápido, temperada com descidas técnicas, seções de pista e subidas duras com "gangorras" constantes para castigar pernas à medida que avançam horas.
Bom ambiente, tanto na carreira e além, é outra das atrações que têm corredores. Isso, combinado com o bom trabalho da organização, faz a diferença nesta corrida.
Vertical bicicleta 8h você encarar a si mesmo, escolhendo entre a participação individual ou Team 2 corredor @ s nas categorias Elite-U23, Terceira, MA-30, MA-40 e MA-50 em masculino e categoria feminina.
Os participantes têm dois períodos de registo para se inscrever para o teste. Antes da participação individual 08 de maio é de 20 € e 35 € Equipe Duo. A partir de 9 maio - 12 junho a participação individual é de 25 € e 45 € Equipe Duo. Agora você pode fazer a sua inscrição on-line em
www.verticalbike.es
Excede os limites, aceite o desafio!

“Dois ciclistas russos também acusam controlo positivo por meldonium”

Anastasia Chulkova e Pavel Yakushevsky foram os últimos atletas russos a integrarem a lista de controlos positivos por esta substância, a substância meldonium foi desenvolvida na antiga União Soviética.
A federação russa de ciclismo revelou hoje que dois especialistas na variante de perseguição, incluindo uma antiga campeã do mundo, acusaram meldonium em controlos antidoping.
Anastasia Chulkova, que venceu a corrida de pontos na pista dos Mundiais de 2012, em Melbourne, na Austrália, e Pavel Yakushevsky, antigo medalha de bronze europeu, tiveram controlos positivos nesta substância, proibida desde 01 de janeiro último.
No entanto, a federação russa esclarece que ambos deixaram de tomar meldonium em setembro de 2015, quando a Agência Mundial Antidopagem (AMA) anunciou a proibição.
No comunicado é referenciado que as provas foram conseguidas através de “vestígios que sobraram”, mas não é especificada quando é que as amostras foram colhidas.
Outro ciclista, mas de estrada, Eduard Vorganov, foi suspenso em fevereiro depois de ter acusado positivo também em meldonium.
A substância meldonium ficou conhecida recentemente, quando a antiga líder do 'ranking' mundial de ténis Maria Sharapova revelou ter acusado um controlo positivo para este medicamento no decorrer do Open da Austrália.
Desenvolvida na década de 1970 na antiga União Soviética, a substância servia para proteger células cardíacas, sendo, sobretudo, comercializada nos países de leste, com o objetivo de melhorar a resistência.
Fonte: SAPO Desporto c/ Lusa

“Gustavo Veloso com duas costelas partidas”

Foto: Lusa

Lesão ocorreu na sequência de uma queda que sofreu na Volta ao Alentejo.

Gustavo Veloso descobriu hoje que tem duas costelas fraturadas, na sequência da queda que sofreu na Volta ao Alentejo, mas mostrou-se confiante de que a lesão não vai condicionar a defesa do título da Volta a Portugal em bicicleta.
“Às vezes, as fraturas de costelas demoram 10, 15 dias a ver-se, mas eu sentia que algo não estava bem. Hoje insisti para que voltassem a fazer os exames e apareceram duas costelas partidas”, contou à agência Lusa o duplo vencedor da Volta a Portugal.
Há duas semanas, o líder da W52-FC Porto sofreu uma queda aparatosa nos quilómetros finais da primeira etapa da Volta ao Alentejo, quando seguia fugido, na companhia de Enric Mas, o espanhol da Klein Constantia que haveria de sagrar-se vencedor. Na altura, foi-lhe diagnosticada uma subluxação do acrómio clavicular esquerdo, um diagnóstico agora agravado.
“Parado não vou estar, só que vou ficar farto de fazer rolos. Faltam-me mais ou menos 15 dias de rolos e depois continuarei a treinar com normalidade”, pormenorizou.
A pouco mais de quatro meses da prova rainha do calendário nacional – acontece entre 27 de julho e 07 de agosto -, Veloso mostrou-se despreocupado diante de mais esta ‘semi-paragem’ forçada, que altera o seu planeamento milimétrico da temporada.
“Para a Volta ainda falta muito. É verdade que não gosto de ter mudanças, gosto de fazer tudo mais ou menos igual, mas com o tempo que falta dá para fazer pequenas alterações, que não condicionam em nada a Volta a Portugal”, assegurou o galego de 36 anos.
Vencedor nas últimas duas edições, o ‘dragão’ não espera estar menos forte na sua prova predileta, aliás ambiciona até “chegar mais forte do que nos anos anteriores”.
“Todos os anos tento evoluir um pouquinho e este ano não vai ser diferente. Se calhar, tenho mais uma pedra no caminho, mas faz parte do jogo e vou tentar continuar a treinar e fazer as coisas como fiz nos últimos anos, sempre com a Volta na minha cabeça como meta final”, concluiu.
Fonte: SAPO Desporto c/Lusa

“Edgar Pinto vive um dia de cada vez”

Por: Ana Paula Marques

Foto: DR Record

Regressou à competição após mais de 5 meses ausente devido a atropelamento na China, Edgar Pinto cumpre 2.ª época na Skydive Dubai.

Os azares dos últimos anos fazem com que Edgar Pinto veja o futuro de outra maneira. "Não posso pensar muito alto em termos de carreira." O desabado do ciclista da Skydive Dubai, de 30 anos, surge após o regresso à competição (Copa Bartali), que aconteceu após cinco meses e meio afastado devido a lesão... mais uma. "Já não faço conta às operações. O que vale é que vou tirando o metal que tenho dentro do corpo."

Em outubro de 2015, na Volta à China, fraturou o colo do fémur esquerdo ao ser atropelado por uma moto da organização. Em 2011, na Volta a Portugal, sofreu igual fratura, mas do lado direito. Na prova rainha teve outras desistências que resultaram em clavículas e outros ossos partidos.

Face ao histórico de azares que têm marcado os últimos cinco anos, é com naturalidade que o ciclista de Albergaria-a-Velha diz que nesta fase da carreira não faz sentido pensar em chegar a uma equipa melhor. "Com a falta de sorte que tenho tido, é um pouco o deixar andar, fazendo sempre o trabalho da melhor maneira."

Edgar Pinto está a cumprir a segunda época na equipa da Skydive Dubai, do 3º escalão da UCI. "Este ano as coisas estão melhores, temos um novo diretor, que é muito mais organizado e com abertura a mais corridas". Giro de Trentino, Volta a Madrid e Volta ao Japão serão as próximas provas.

Fonte: Record on-line

terça-feira, 29 de março de 2016

“Agenda de Ciclismo”

Estrelas do DHI esperadas na Pampilhosa

A segunda etapa da Taça Cyclin’Portugal de Downhill (DHI) disputa-se no próximo domingo, na Pampilhosa da Serra, sendo esperados alguns dos principais nomes do circuito mundial desta disciplina de BTT.

As emoções das descidas a alta velocidade começam na sexta-feira, com os treinos, mas a competição propriamente dita está marcada apenas para domingo. Às 10h00 inicia-se a manga de qualificação, estando a final marcada para as 14h00.

A partida será dada no alto do aeródromo, estando a meta instalada, dois quilómetros adiante, junto ao Hotel Pampilhosa da Serra.

Também no domingo arranca a Taça de Portugal de Cadetes e a Taça de Portugal Feminina. A competição de cadetes divide-se em duas zonas, Norte e Sul. Estes são os primeiros a competir, às 9h00, na Areia, Cascais, tendo pela frente 60,250 quilómetros. Os cadetes nortenhos vão cumprir 83,5 quilómetros, entre a Fogueira, Sangalhos, e o Monte Crasto, Anadia, a partir das 13h00.

As femininas competem no circuito da Areia, Cascais. O tiro de partida será dado às 11h00. As corredoras de elite vão pedalar ao longo de 60,250 quilómetros, as juniores vão cobrir 48,2 quilómetros, ficando as cadetes e as masters com 36,150 quilómetros para disputar.

Mais eventos oficiais

2 de abril, 14h00: Taça Regional de XCO do Porto e Inter-Regional Minho e Porto, Moure, Amarante

3 de abril, 9h00: Montesinho 101, Bragança

3 de abril, 9h00: 2.º Trilhos Cármen Miranda, Marco de Canaveses

3 de abril, 9h00: 2.ª Clássica de Idanha-a-Nova/Granfondo, Idanha-a-Nova

3 de abril, 9h30: 1.ª Prova da Taça Regional de XCM de Viseu, Moimenta da Beira

3 de abril, 9h30: Troféu XCM STR/Olympia, Alcanhões, Santarém

3 de abril, 9h30: Taça do Algarve de XCO, S. Brás de Alportel

3 de abril, 10h00: 3 Horass Resistência Encostas do Douro, Coimbrões, Vila Nova de Gaia

3 de abril, 14h00: 2.º XCO de Melgaço/Campeonato do Minho e Taça Inter-Regional do Minho e Porto

3 de abril, 14h30: 11.º Encontro de Escolas de Ciclismo da Silveira, Torres Vedras

Fonte: FPC

“Daniela Reis na frente da Taça de França”

Foto: Luis Magone

Português comanda com 150 pontos

Daniela Reis, que corre na equipa francesa DN 17 Poitou-Charentes, lidera a Taça de França feminina com 150 pontos. A campeã nacional ganhou a 2.ª prova, o Prix de la Ville du Mont Pujols, que já tinha vencido em 2015.

Fonte: Record on-line

“Segurança em xeque”

Autor: Ana Paula Marques

Foto: EPA

Foi aberta uma investigação para apurar as causas da morte do belga Antoine Demoitié

Há muito que deixou de existir uma sã convivência entre os ciclistas e os veículos oficiais que circulam numa corrida. Os incidentes têm aumentado e agora a morte de um corredor acabou por ser a gota de água, com o pelotão a exigir medidas para reforçar a segurança.

O belga Antoine Demoitié tinha 25 anos quando morreu domingo 27 de março, não resistindo aos graves ferimentos resultantes de um acidente na Gent-Wevelgem. O ciclista da Wanty-Groupe Gobert sofreu primeiro uma queda, sendo depois atropelado por uma moto da organização. Apenas dois dias depois de ter cumprido o sonho de correr uma prova do World Tour, a clássica E3 Harelbeke.

Apelos

As circunstâncias do atropelamento de Antoine Demoitié por um veículo da corrida vão ser investigadas pelas autoridades belgas, com o total apoio da União Ciclista Internacional (UCI).

Os ciclistas, esses, exigem mesmo que sejam apuradas as causas, mas sobretudo que sejam tomadas medidas para reforçar a segurança do pelotão. "Nesta hora de tristeza não queremos polémicas, mas não escondemos alguma frustração. Sempre defendemos que a segurança dos ciclistas deve estar em primeiro lugar e na última reunião do Conselho Profissional exigimos que fossem comunicadas as estratégias", lê-se no comunicado da Associação de Ciclistas Profissionais, presidida pelo ex-ciclista italiano Gianni Bugno. "Precisamos de um maior controlo das motos na corrida", escreveu Alberto Contador no Twitter, que serviu para muitos transmitirem os pesares pela morte do belga, mas também para alertarem para a falta de segurança.

Curiosamente, as palavras de maior conforto para com o motard responsável pelo acidente – a identidade não foi revelada – vieram da equipa de Demoitié. "Tem experiência de mais de 20 anos nas corridas belgas. Ficou tão afetado como nós." Também um jornalista que assistiu a tudo saiu em sua defesa, afirmando que o motard tentou evitar o atropelamento.
OUTROS CASOS ENVOLVENDO VEÍCULOS OFICIAIS

Kuurne-Bruxelas-Kuurne’2016
O belga Stig Broeckx (Lotto-Soudal) desviava-se para a direita do pelotão, quando uma moto que seguia na corrida, vinda de trás, não evitou chocar com ele. Fratura de clavícula, algumas costelas partidas e vários meses sem competir.

Volta a Flandres’2016
Um carro do apoio neutro, ao fazer uma ultrapassagem a um grupo de ciclistas, choca com o neozelandês Jesse Sergent (Trek), da qual resulta a lesão mais comum, fratura de clavícula, e claro o abandono da prova.

Clássica de San Sebastian’2015
Greg van Avermaet seguia na frente da prova espanhola quando, a 7 km da meta, uma moto com um comissário bate-lhe por trás, resultando na queda tanto do ciclista como da moto. Foram parar a uma valeta. A confusão foi tal que o britânico Adam Yates só se apercebeu que tinha ganho minutos depois, pois pensava que o vencedor tinha sido o belga.

Vuelta’2015
Sérgio Paulinho e Peter Sagan foram obrigados a abandonar a prova após serem atropelados por motos que seguiam na corrida. O primeiro por uma da TVE, o segundo por uma da organização. Situação que deixou furioso o patrão da Tinkoff, Oleg Tinkov, que ameaçou retirar a equipa da competição. Mas não passou das ameaças.

Volta à China’2015
Outro português alvo de veículos da corrida. Edgar Pinto, da Skydive Dubai, fraturou o colo do fémur esquerdo após ter sido atropelado por uma moto da organização.

Tour’2011
Um carro da televisão francesa abalroou dois ciclistas que caíram em cima de arame farpado. As imagens do holandês Johnny Hoogerland ensanguentado e com vários ferimentos (levou 33 pontos) correram Mundo. O outro envolvido foi o espanhol Juan Antonio Flecha.

Fonte: Record on-line

“Rúben Guerreiro vence GP Palio del Recioto”

Foto: DR

O outro português, Nuno Bico (Klein Constantia), desistiu devido a gastroenterite.
O ciclista português Rúben Guerreiro (Axeon-Hagens Berman) venceu hoje o GP Palio del Recioto, prova internacional de sub-23, disputada em Itália.
Guerreiro, que foi um dos 16 fugitivos que animou a ligação de 143,2 quilómetros entre Negrar e Negrar, na província de Verona (Itália), caiu a cerca de três quilómetros da meta, quando ia na frente na companhia do checo Michal Schlegel, mas conseguiu recuperar e alcançar o ciclista da Klein Constantia, superando-o na luta pela primeira posição.
Para festejar o primeiro triunfo luso numa corrida internacional de estrada esta temporada, o corredor da Axeon-Hagens Berman, que cumpriu o percurso em 04:00 horas, superou Schlegel, segundo a um segundo, e o eritreu Amanuel Ghbreigzabhier (Dimension Data), terceiro a 01.12 minutos.
Fonte: SAPO Desporto c/Lusa

“Ciclismo: Academia Joaquim Agostinho”

Equipa de juniores brilha na Páscoa Louletana

Por: Inês Antunes

A equipa de juniores da Academia Joaquim Agostinho mostrou-se bastante combativa na XXII Volta a Loulé, que se realizou de 24 a 26 de março, no Algarve. O treinador da equipa, Hélder Miranda, convocou sete atletas para esta prova, com o intuito de colocar a equipa entre as melhores e ainda o de alcançar um lugar nos dez primeiros da geral individual. O objetivo foi alcançado com o 7.º lugar de Francisco Morais na geral e com o 4.º lugar por equipas para o coletivo da Academia Joaquim Agostinho.

A XXII Volta a Loulé foi composta por três etapas e uma cronoescalada. A primeira etapa tinha uma extensão de 62 quilómetros, um prémio de montanha de 3.ª categoria, e ainda duas metas volantes. O Francisco Morais integrou a fuga do dia, passando em terceiro lugar em duas metas volantes, o que lhe permitiu angariar 4 pontos nessa classificação. Além das metas volantes, o Francisco chegou ainda em posição de discutir a vitória da etapa ao sprint, tendo alcançado um 3.º lugar na meta instalada no centro de Loulé. A etapa foi ganha por Fábio Silva, da ACDC Trofa, que vestia assim a camisola amarela.

No segundo dia os atletas prepararam-se para uma dupla jornada com muita montanha. A 2.ª etapa, com partida marcada para as 10H00, em Loulé, tinha uma extensão de 81 quilómetros. João Almeida e Daniel Viegas, da Bairrada, acabaram por fugir do pelotão e chegaram isolados à meta. Nesta tirada, o melhor classificado da Academia Joaquim Agostinho, Francisco Morais, acabaria por fechar o Top 10 com o seu 10.º lugar, a 1.53 minutos do vencedor da etapa, João Almeida. Contudo, o Francisco descia para a 5.ª posição da classificação individual e a camisola amarela trocava para o corpo de Daniel Viegas. No final desta etapa, a equipa da Academia já estava no 4.º lugar por equipas, classificação que viria a manter até ao final. De destacar também o trabalho de Eduardo Silva, que manteve o chefe de fila, Francisco Morais, na frente da corrida. No final da etapa, o Eduardo subia na classificação da juventude e ocupava agora o 3.º lugar.

Neste mesmo dia, a partir das 16H00, foi altura de colocar mais uma vez à prova todos os jovens destas 14 equipas presentes na Volta a Loulé, com uma cronoescalada de 2,5 quilómetros. O melhor classificado da Academia foi o Eduardo Silva, que fez o sétimo melhor tempo, a apenas 23 segundos do vencedor, que acabaria por ser João Almeida, da Bairrada. Com este tempo, o Eduardo subia à 12.ª posição e ficava a apenas 12 segundos do Top 10 da Volta a Loulé, onde se mantinha Francisco Morais, no 5.º lugar.

À partida para a última etapa, a Academia tinha o objetivo de fazer subir dois atletas para o Top 10 desta classificação, onde a Bairrada e a ACDC Trofa dominavam, ocupando os 4 primeiros lugares da geral individual. Contudo, uma queda aparatosa de Eduardo Silva colocou essa hipótese de fora. O Eduardo sofreu múltiplas escoriações e foi aconselhado pelo médico da corrida a abandonar a prova.

Esta última etapa tinha uma extensão de 116 quilómetros, com três contagens de montanha, uma delas de primeira categoria, em Tôr. Era por isso uma etapa difícil, onde a Academia Joaquim Agostinho colocou dois atletas na fuga do dia. Miguel Esteves e João Carvalho foram para a frente da corrida, com mais quatro atletas. Esta fuga começou a ser absorvida apenas ao quilómetro 80, mas manteve-se quase até ao final da etapa, com João Carvalho a ser o último alcançado, quando faltavam menos de 10 quilómetros para a meta. Com esta fuga, João Carvalho viria a destacar-se na geral da montanha, ocupando assim a 5.ª posição no final da Volta a Loulé.

Já Francisco Morais, manteve-se como o melhor classificado da equipa, mas desceu para o 7.º lugar da geral, depois de não conseguir acompanhar o forte ataque de Daniel Silva, do Bombarralense. Este ataque foi seguido depois por múltiplas respostas, principalmente da equipa da Bairrada, que queria defender até ao final a liderança de Daniel Viegas. O objetivo da Bairrada foi alcançado, depois de fraturar o pelotão em vários grupos.

Nesta última etapa o Francisco Morais cortou a meta na 16.ª posição, seguido do colega de equipa Leonel Firmino, na 20.ª posição. Esta classificação permitiu assim à Academia Joaquim Agostinho manter o 3.º lugar da classificação da juventude, que passou a ser ocupado por Leonel Firmino.

No geral, uma prova bastante competitiva, onde a Academia conseguiu ser a 3.ª melhor equipa portuguesa, atrás da Bairrada e da ACDC Trofa, e só não ocupou esse lugar na classificação final porque uma equipa espanhola acabou por se colocar na 3.ª posição.

Fonte: Academia Joaquim Agostinho

“Sicasal - Liberty Seguros - Bombarralense 5º na XXII Volta ao Concelho de Loulé”

Por: Rui Mendes

A Sicasal – Liberty Seguros – Bombarralense participou com o seu escalão de juniores na XXII Volta a Loulé que teve a duração de 3 dias e 4 etapas com início na passada 5ª Feira (24 Março), terminou no Sábado 26, após se ter percorrido os 261.5km do percurso da prova.

Na primeira etapa, após um início promissor com a vitória de Francisco Duarte na primeira Meta Volante em Quarteira ao km 16.4, viriam a acontecer varias avarias mecânicas. Mesmo perante as dificuldades a equipa manteve-se unida e coesa, de tudo fazendo para minorar as percas de tempo ocorridas, mas que impossibilitaram que a equipa alcança-se as qualificações a que se proponha.
Embora tenham colocado em prática esforço extra para recolocar os elementos vitimas das avarias integrados no pelotão, mas não sendo possível alcançar os lugares cimeiros da tabela qualificativa.

Na segunda etapa, 6ª feira de manhã, prova em linha com 81km de extensão com passagem pela Picota, onde os ciclistas enfrentaram duas subidas. Nova dificuldade com a queda de Rafael Piedade que o deixou dorido mas a conseguir continuar em prova.

Na terceira etapa, 6ª feira de tarde, prova constituída da crono-escalada em Cruz da Assumada, Daniel Silva foi grande tendo alcançado o 2º melhor tempo a apenas 8'' do vencedor, permitindo aos poucos que a equipa fosse recuperando dos acontecimentos do 1º dia de prova.

Na quarta e última etapa, corrida no sábado, que para além da sua extensão tinha no seu percurso várias subidas com prémios de montanha incluindo uma de 1ª categoria, bem como descidas vertiginosas e muito técnicas. A equipa esteve em evidencia nesta etapa de 116 km que conheceu momentos de muita emoção e grande sacrifício para os atletas, que tiveram que por à prova todas as suas energias.

Nas contas finais da XXII Volta ao Concelho de Loulé foram muito condicionadas pelos acontecimentos da 1ª etapa, o melhor qualificado da equipa foi Daniel Silva em 8º seguido de Diogo Ferreira em 17º, terminando todos os restantes atletas no top 50 da prova.

Na camisola Azul (Montanha) Daniel Silva fica em 2º apenas a 3 pontos do vencedor e em 6º lugar Hugo Faustino.

Colectivamente foi alcançada a 5ª posição entre as doze equipas que terminaram a prova, que aliou um percurso magnifico, de grande beleza paisagística, à dureza do sobe e desce da montanha com muito desportivismo, nesta prova mítica, que depois de algumas hesitações dos últimos anos, conheceu uma nova organização que esteve em bom nível.

Fonte: Bombarralense

“Morreu ciclista belga Daan Myngheer após enfarte em prova”

Foto: D.R.

Corredor da equipa Roubaix Métropole Lille sofreu um enfarte durante a primeira etapa do Critério Internacional.
O corredor da equipa Roubaix Métropole Lille, de 22 anos, estava internado, em estado considerado grave, num hospital de Ajaccio, na Córsega, França, para o qual foi transportado de helicóptero.
O ciclista belga Daan Myngheer morreu esta segunda-feira no hospital, depois de ter sofrido um enfarte durante a primeira etapa do Critério Internacional, anunciou hoje a sua equipa.
O corredor da equipa Roubaix Métropole Lille, de 22 anos, estava internado, em estado considerado grave, num hospital de Ajaccio, na Córsega, França, para o qual foi transportado de helicóptero.
“Ele perdeu a sua última corrida depois de ter lutado como um grande campeão. Morreu na segunda-feira às 19:08 na presença dos seus pais, da sua irmã e da companheira, no hospital de Ajaccio”, indicou a equipa, numa mensagem publicada no Facebook.
Indisposto, Daan Myngheer abandonou a primeira etapa da prova francesa a cerca de 30 quilómetros da meta e recebeu assistência do serviço médico da corrida, mas acabou por fazer um enfarte na ambulância.
Colocado sob respiração artificial, o corredor foi transferido da policlínica de Porto Vecchio para Ajaccio, onde permanecia então em estado de coma.
Dann Myngheer morreu um dia depois de outro ciclista belga, Antoine Demoitié, de 25 anos, ter também morrido após ter sofrido um acidente na Gent-Wevelgem.
A ‘clássica’ belga ficou marcada por acidentes e o de Antoine Demoitié foi o mais grave. O ciclista caiu e foi atropelado por uma moto, quando a corrida se desenrolava no norte de França, em Sainte-Marie-Cappel.
Fonte: SAPO Desporto c/Lusa