sexta-feira, 18 de março de 2016

“Fernando Silva e Filipa Peres venceram o 15º BTT DHI Freguesia de Armil - Fafe / Bike Smile”

Fernando Silva e Filipa Peres, Campeão do Minho e Campeã Nacional de Down Hill, foram os vencedores em elites do 15º BTT DHI Freguesia de Armil - Fafe / Bike Smile, a prova inaugural do Campeonato do Minho de BTT DHI – CISION disputada no Monte de São Salvador na mítica pista de Down Hill que já acolheu diversas competições do Minho, nacionais e internacionais.

Com a participação de cerca de centena e meia de pilotos e muito público a assistir ao espetáculo do Down Hill, o 15º BTT DHI Freguesia de Armil - Fafe / Bike Smile foi organizado conjuntamente pela Associação de Ciclismo do Minho, Junta de Freguesia de Armil e pelo Grupo Cultural e Desportivo Restauradores da Granja com o apoio da Câmara Municipal de Fafe.

Na primeira prova do Campeonato do Minho de BTT DHI - CISION, Fernando Silva (RG - Centro Óptico de Fafe) foi o vencedor em elites e demonstrou estar determinado na revalidação do título de Campeão do Minho em 2016. No segundo lugar classificou-se Rui Teixeira (RG - Centro Óptico de Fafe) e no terceiro o espanhol Gabriel Alonso (Xtrenebike, C.C.).

Em elites femininas, a vitória foi da Campeã Nacional Filipa Peres (RG – Centro Óptico de Fafe) que deixou na segunda posição a Campeã Minhota Ana Leite (Bicicleta Clube de Felgueiras).

Campeão do Minho em juniores, Bruno Almeida (Desportivo Jorge Antunes) entrou no Campeonato do Minho de BTT DHI – CISION a vencer, apesar da vantagem muito reduzida que conseguiu para o segundo classificado, Diogo Pinto (RG – Centro Óptico de Fafe). O terceiro melhor tempo foi de Carlos Martins (Desportivo Jorge Antunes).

Alejandro Pazos (Laesport, C.D.) foi o melhor no escalão de masters 30, classificando-se na segunda posição Manuel Bessa (Desportivo Jorge Antunes) e na terceira Marco Silva (Individual).

Em masters 40 o espanhol Miguel Pintos (Coruxo C.C.) foi o mais veloz na pista de Armil, relegando para os restantes lugares do pódio Antero Oliveira (Bicicleta Clube de Felgueiras) e Maurício Conceição (RG – Centro Óptico de Fafe), segundo e terceiro classificados respetivamente.

Nos masters 50, venceu Joaquim Dias (Enduro BTT Braga) enquanto Augusto Pedrosa (Desportivo Jorge Antunes) foi segundo e António Freitas (Bicicleta Clube de Felgueiras) o terceiro classificado.

João Teixeira (RG – Centro Óptico de Fafe) venceu em cadetes, categoria em que Tiago Silva (Desportivo Jorge Antunes) terminou em segundo e o jovem galego Alberto Rodriguez (Tribu del Ñu C.C.) o terceiro.

Na vertente de promoção o melhor registo de tempo foi de José Borges, seguido de Rúben Castro e de João Peres.

O 15º BTT DHI Freguesia de Armil / Fafe / Bike Smile teve o apoio da Câmara Municipal de Fafe, Freguesia de Armil, Federação Portuguesa de Ciclismo, Cision, Bike Smile, Centro Óptico de Fafe, Casa da Arada (www.casadaarada.com), Arrecadações da Quintã, Raiz Carisma - Soluções de Publicidade, POPP Design, Salvaggio, Fafefuel, Bike Magazine (revista oficial), Polícia Municipal de Fafe e Bombeiros Voluntários de Fafe.

Fonte: ACM

“Volta ao Alentejo/Rafael Silva sobe na geral individual”

Corredor da EFAPEL no top-5 e melhor português da prova.

As muitas mexidas e movimentações na terceira etapa da Volta ao Alentejo não impediram Rafael Silva de consolidar o estatuto de melhor português e de subir na classificação geral individual. As bonificações conquistadas nas duas primeiras metas volante e a chegada a Beja na sexta posição, a apenas três segundos do vencedor, fizeram com que o corredor da EFAPEL tenha escalado três lugares e agora seja o quinto melhor da Alentejana.

Numa jornada em que o pelotão enfrentou a chuva já perto do final dos 186,6 quilómetros entre Portel e Beja, houve muitas movimentações. Foram várias as tentativas de fuga. Numa delas, Nuno Almeida esteve presente. Quase no final, o pelotão partiu-se em dois mas Rafael Silva nunca perdeu o contacto com os da frente e conseguiu manter-se na discussão pela vitória.

“Apostámos nas metas volante porque quem anda menos atento pode pensar que o pelotão desta Volta ao Alentejo é de nível médio mas isso não é verdade. Há aqui ciclistas com imensa qualidade. Tínhamos a consciência que no final iria estar a chover, que seria uma chegada perigosa e que conseguir as bonificações não seria fácil. A nossa estratégia deu resultado. Prova disso é que subimos na classificação, continuamos na corrida e com hipóteses de discutir a vitória”, afirmou o director desportivo, Américo Silva.

A entrada no fim-de-semana marca a chegada da Volta ao Alentejo ao litoral alentejano. A quarta etapa liga Aljustrel a Grândola, numa distância de 184,7 quilómetros. Pela frente, os corredores têm três metas volante (Castro Verde, Odemira e Sines) e um prémio de montanha de quarta categoria em Santiago do Cacém. A partida está marcada para as 11h20 e a chegada deverá acontecer entre as 15h53 e as 16h07.

Classificação da terceira etapa na Volta ao Alentejo

    Johim Ariensen        Metec/TKH Continental Team        4h21m35s

    Tijmen Eising            Metec/TKH Continental Team        mt

    Havard Blikra            Team Coop/Oster Hus        mt


    Rafael Silva            EFAPEL                a 3s

29º    Filipe Cardoso        EFAPEL                a 32s

62º    Álvaro Trueba        EFAPEL                a 2m15s

68º    Henrique Casimiro        EFAPEL                mt

76º    Jóni Brandão            EFAPEL                a 2m29s

110º    António Barbio        EFAPEL                a 8m11s

111º    Nuno Almeida        EFAPEL                mt

112º    Hélder Ferreira        EFAPEL                mt

Classificação geral individual após a terceira etapa na Volta ao Alentejo

    Krister Hagen            Team Coop/Oster Hus        13h23m07s

    Enric Mas            KLC - Klein Constantia        a 1s

    Jesus Ezquerra        Sporting/Tavira            a 10s


    Rafael Silva            EFAPEL                a 14s

18º    Filipe Cardoso        EFAPEL                a 1m33s

30º    Henrique Casimiro        EFAPEL                a 2m42s

45º    Álvaro Trueba        EFAPEL                a 4m27s

47º    Jóni Brandão            EFAPEL                a 6m40s

92º    Nuno Almeida        EFAPEL                a 20m47s

111º    António Barbio        EFAPEL                a 25m26s

114º    Hélder Ferreira        EFAPEL                a 25m53s

Fonte: Efapel

“Novo líder na “Alentejana” Quem não tem Montanha caça com Meta Volante”

Krister Hagen (Team Coop/OsterHus) chegou à liderança da 34ª Volta ao Alentejo Crédito Agrícola, esta sextafeira, 18 de março, com um “empurrão” das bonificações obtidas nas Metas Volantes.O norueguês ocupava, à saída de Portel,o terceiro lugar com mais três segundos que o líder Enric Mas (Klein Constantia), mas ao vencer as duas primeiras Metas Volantes garantiu a “Amarela Crédito Agrícola”.
Apesar de liderar a “Alentejana”, Hagen estava desolado no final dos 186,6 km desta terceira etapa onde foi apenas nono classificado.“Tínhamos como objetivo fazer “a dobradinha”. Seguia a bom ritmo, mas infelizmente entrei mal na última curva e não consegui concretizar o sprint. Perder a etapa foi culpa minha, mas de qualquer maneira é bom estar na liderança.” Na corrida pela vitória final continua o anterior líder, o espanhol Enric Mas (Klein Constantia) que terminou a tirada atrás de Hagen e ocupa a segunda posição da geral a 1 segundo. O sportinguista Jesus Ezquerra é terceiro a 10 segundos da liderança.
No centro de Beja, com um empedrado muito escorregadio, a vitória sorriu a JohimAriesen (Metec/TKH Continental Team) o mais forte no sprint final. O holandês de 28 anos estava visivelmente satisfeito apesar das dificuldades na tirada: “O vento foi inimigo e contribuiu para a divisão do pelotão no final da etapa. Estávamos cinco na frente e consegui sprintar para a vitória.” O corredor da holandesa Metec/TKH Continental Team, vencedor de duas etapas na Volta ao Alentejo em 2015 (chegadas a Mértola e Reguengos de Monsaraz), deixou uma promessa: “Talvez consiga repetir o feito até ao fim desta Volta!”

O segundo classificado na etapa foi o colega de equipa Tijmen Eisinge em terceiro ficou HavardBlikra, companheiro de equipa de Krister Hagen, o novo Camisola Amarela Crédito Agrícola. O espanhol Enric Mas mantém a Camisola Verde Clara CA Vida, por liderar a classificação por pontos e a Camisola Branca RTP, símbolo da juventude. Sem montanhas esta sexta feira, o português Amaro Antunes (LA Alumínios-Antarte) vestiu mais um dia a Camisola Verde Escura CA Seguros que premeia o rei dos trepadores. Rafael Silva (Efapel) ganhou três lugares e está agora na quinta posição continuando a ser o melhor português. 
Quem não arrisca… O pelotão de 155 corredores que se fez à estrada em Portel tinha as atenções concentradas nas bonificações das Metas Volantes. Os sprints intermédios constituíram grande parte do interesse da etapa. Para defender a liderança, Enric Mas tinha de discutir ao centímetro cada segundo mas o norueguês que chegaria à liderança foi superior nos duelos da Vidigueira e de Serpa. O homem da Team Coop no conjunto das três etapas da “Alentejana” já amealhou 12 segundos que lhe valeram a ascensão à Camisola Amarela. A faltarem 40 quilómetros para Beja o pelotão fracionou-se em dois e foi o grupo da frente com 38 elementos que se “atirou” à estrada molhada para fazer a diferença na chegada.  
De Aljustrel a Grândola  O fim de semana da “Alentejana” começa em Aljustrel. Este sábado, a quarta etapa, com o Litoral Alentejano na linha do horizonte, o pelotão vai passar por Castro Verde, Odemira e Sines onde estão as Metas Volantes. Nas Cumeadas, em Santiago do Cacém, a caravana terá a única contagem para o Prémio da Montanha. A chegada vai acontecer em Grândola, após 184,7 km, cerca das 16horas. 
A 34ª Volta ao Alentejo Crédito Agrícola é uma organização conjunta da CIMAC - Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central e Podium Events com o patrocínio de Crédito Agrícola, CA Vida, CA Seguros, RTP, Jornal A Bola, Antena1, Cision, KIA, Delta Cafés, Vitalis, KTM, Fundação INATEL, Shimano, Pacto, Dietsport, Instituto Geográfico do Exército, Infraestruturas de Portugal e com apoio institucional do Turismo do Alentejo e Ribatejo, CIMBAL – Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo, CIMAL – Comunidade Intermunicipal do Alentejo Litoral, da Junta de Freguesia de Alcáçovas e dos Municípios de Portalegre, Castelo de Vide, Monforte, Montemor-o-Novo, Portel, Beja, Aljustrel, Grândola, Santiago do Cacém e Évora.
Fonte: FPC

“Última hora…”

Já se inscreveu????

“XXVIII Passeio do Pinhal Novo”

Dia 20 de março de 2016

Texto: José Morais

Com organização do Pinhal Bike Team, vai para a estrada no dia 20 de março o 28º passeio de cicloturismo do Pinhal Novo, um dos passeios mais antigo do calendário da FPCUB, tendo como objetivos a elevação do Pinhal Novo a Vila.

O passeio tem uma extensão de 60 quilómetros aproximadamente, com concentração marcada para as 8 horas, e partida agendada para as 9 horas.

Para inscrições e informações podem contactar os telefones; 914 025 132 ou 961 875 199, ainda o e-mail: geral@pinhalbiketeam.com ou ainda consultar o site: www.pinhalbiketeam.com

Marca já na sua agenda, um passeio de grande tradição, com inscrições limitadas a 600 participantes.

quinta-feira, 17 de março de 2016

“Rota EuroVelo”

Vem a Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta (FPCUB) dar a conhecer a aprovação, por parte da European Cyclist’s Federation (ECF), da extensão da Rota EuroVelo 1 (de Sagres a Caminha), projeto que tem vindo a ser desenvolvido pela FPCUB e foi apresentado publicamente na BTL, a 2 de Março, e que foi notícia na TSF Bikes (http://www.tsf.pt/programa/tsf-bikes/emissao/eurovelo-portugal-5059048.html).
Esta notícia foi também publicada na página da Internet da ECF, e pode ser visualizada em http://www.eurovelo.org/news/2016/03/16/european-cyclists-federation-approves-extension-of-european-cycle-route-in-portugal/.
Fonte: FPCUB

“Rui Costa junta-se a Contador e Quintana na Volta ao País Basco”

Foto: Lusa

O País Basco é a quinta prova de etapas de uma semana na época e antecede a semana das Ardenas, na qual Rui Costa também participará.
O português Rui Costa (Lampre Merida) junta-se ao espanhol Alberto Contador, ao colombiano Nairo Quintana e ao italiano Fabio Aru na lista de ciclistas confirmados na Volta ao País Basco, em Espanha.
Na apresentação da 56.ª edição da prova, que decorrerá de 04 a 09 de abril, ficou garantida a presença do ciclista português como líder da Lampre, com o irmão Mário Costa novamente como seu companheiro de equipa.
O País Basco é a quinta prova de etapas de uma semana na época e antecede a semana das Ardenas, na qual Rui Costa também participará. Alberto Contador, vencedor por três vezes, é o chefe-de-fila da Tinkoff e partilhará o favoritismo com o líder da Movistar, Nairo Quintana, também já vencedor da prova espanhola em 2013.
O italiano Aru (Astana) e os espanhóis Nieve (Sky) e Joaquín Rodríguez (triunfou em 2015) estarão também entre os candidatos à geral, tendo o ciclista da Katusha a orientação do diretor desportivo português José Azevedo.
José Gonçalves (CajaRural) e André Cardoso (Cannondale) são os restantes portugueses numa das provas mais montanhosas do calendário ‘World Tour’. As cinco etapas em linha terão contagens diárias de 2.ª categoria e o próprio contrarrelógio final, de 16,5 quilómetros, reúne traços de cronoescalada.
Fonte: SAPO Desporto c/Lusa

“Gustavo Veloso abandonou Volta ao Alentejo”

Foto: JOSÉ COELHO / LUSA

O ciclista espanhol não aguentou as dores da lesão no ombro sofrida no final da primeira etapa.
O ciclista espanhol Gustavo Veloso (W52-FC Porto) abandonou hoje a 34.ª Volta ao Alentejo no decurso da segunda etapa, cedendo às dores provocadas pela subluxação da clavícula, consequência de uma queda no dia anterior.
O bicampeão da Volta a Portugal decidiu alinhar na segunda etapa, apesar da subluxação do acrómio clavicular esquerdo, andou cerca de 20 quilómetros a puxar na frente do pelotão, mas acabou por desistir ao quilómetro 70 da ligação de 206,2 quilómetros entre Monforte e Montemor-o-Novo.
Gustavo Veloso sofreu uma queda aparatosa na quarta-feira, nos quilómetros finais da primeira etapa da ‘Alentejana’, quando seguia fugido, na companhia de outro ciclista, na descida que se seguiu à contagem de terceira categoria da Senhora da Penha, a última dos 158 quilómetros entre Portalegre e Castelo de Vide.
Hoje, à partida para a segunda etapa, o corredor galego, de 36 anos, contou aos jornalistas que tinha decidido seguir em prova, apesar das dores, como sinal de respeito pelos colegas da W52-FC Porto.
Fonte: SAPO Desporto c/ Lusa

“Volta ao Alentejo/Novo top-ten para Rafael Silva”

Final selectivo em Montemor-o-Novo faz ligeiras diferenças, Rafael Silva é o melhor português na Volta ao Alentejo.

Rafael Silva voltou a terminar mais uma etapa da 34ª edição da Volta ao Alentejo como o melhor classificado da EFAPEL. O corredor da equipa cruzou a meta em Montemor-o-Novo na sétima posição, depois de um dia em que os corredores percorreram 206,2 km depois da partida em Monforte. Eric Mas foi o mais forte e chegou ligeiramente isolado na montanha de quarta categoria que coincidiu com a linha final.

Num dia essencialmente rolante, a EFAPEL esteve em plano de evidencia no pelotão. Em determinados momentos da etapa, assumiu a dianteira e foi a formação de Ovar que acabou com a última fuga do dia e fez com que as atletas em prova chegassem juntos ao final.

“Tentámos colocar o Rafael porque sabíamos que a subida era selectiva. Não pôde discutir as bonificações mas esteve na luta pelos primeiros lugares e sabemos que está tudo em aberto. Até domingo ainda há 27 segundos de bonificações em metas volante e 30 segundos nos finais. Há, por isso, muita corrida pela frente”, afirmou o responsável desportivo da EFAPEL, Américo Silva.

Hoje realizou-se a segunda de cinco etapas que constituem a 34ª edição da Alentejana. Amanhã, o pelotão internacional volta a seguir para sul com partida em Portel e chegada à capital do Baixo Alentejo, Beja. Depois do dia mais longo da prova, os corredores vão pedalar durante 186,6 km e têm três metas volante no percurso. Ao contrário dos dois primeiros dias, não há prémios de montanha em discussão.

Classificação da segunda etapa no GP Liberty Seguros

    Enric Mas            KLC - Klein Constantia        5h06m15s

    Garikoitz Bravo        Euskadi Basque Country        a 2s

    Rui Oliveira            Liberty Seguros/Carglass        a 4s


    Rafael Silva            EFAPEL                mt

22º    Henrique Casimiro        EFAPEL                a 17s

53º    Filipe Cardoso        EFAPEL                a 27s

57º    Álvaro Trueba        EFAPEL                mt

91º    Nuno Almeida        EFAPEL                a 1m35s

116º    Jóni Brandão            EFAPEL                a 2m59s

132º    António Barbio        EFAPEL                a 6m14s

135º    Hélder Ferreira        EFAPEL                a 6m41

Classificação geral individual após a primeira etapa no GP Liberty Seguros

    Enric Mas            KLC - Klein Constantia        9h01m32s

    Imanol Estevez        Euskadi Basque Country        mt

    Krister Hagen            Team Coop/Oster Hus        a 3s


    Rafael Silva            EFAPEL                a 14s

18º    Henrique Casimiro        EFAPEL                a 27s

35º    Filipe Cardoso        EFAPEL                a 1m01s

46º    Álvaro Trueba        EFAPEL                a 2m12s

50º    Jóni Brandão            EFAPEL                a 4m11s

81º    Nuno Almeida        EFAPEL                a 12m36s

116º    António Barbio        EFAPEL                a 17m15s

122º    Hélder Ferreira        EFAPEL                a 17m42s

Fonte: Efapel

“Volta Alentejo/Pupilo de Contador chegou à “Amarela”

O espanhol Enric Mas (Klein Constantia) venceu esta quinta-feira, 17 de março, a segunda etapa da 34ª Volta ao Alentejo Crédito Agrícola e é o novo líder da “Alentejana”. O jovem de 21 anos, que correu durante três anos na Fundação Alberto Contador dominou os últimos metros do empedrado que abre caminho até ao Castelo de Montemor-o-Novo deixando para trás Garikoitz Bravo (Euskadi Basque Coutry/Murias) a 2 segundos e o português Rui Oliveira (Liberty Seguros/Glassdrive) a 4.  
Na estreia como profissional, Enric Mas conseguiu alcançar no Alentejo a primeira vitória apesar das contrariedades. “Sofri uma queda ontem, mas senti-me bem fisicamente e o diretor deu-me ordem para avançar. A estratégia inicial era atacar logo nas metas volantes, mas nas duas primeiras acabei por fazer apenas quarto lugar. Nos metros finais, a equipa colocou-me bem e consegui sprintar para a vitória.” 
O anterior Camisola Amarela da “Alentejana”, Imanol Estevez (Euskadi Basque Coutry/Murias), gastou mais 4 segundos na tirada e ficou empatado com o novo comandante, mas cedeu a liderança devido ao factor de desempate baseado nas classificações obtidas por cada um nas duas etapas já realizadas. O noruegês Krister Hagen (Team Coop/Oster Hus) ao bonificar em duas Metas Volantes ocupa a terceira posição da Volta ao Alentejo com mais 3 segundos. 
Para além da Camisola Amarela Crédito Agrícola, o espanhol Enric Mas enverga também a Camisola Verde Clara CA Vida, por liderar a classificação por pontos, e a Camisola Branca RTP, símbolo da juventude. Com um único Prémio de Montanha esta quinta feira, que coincidia com o final de etapa, a Camisola Verde Escura CA Seguros manteve-se no corpo de Amaro Antunes (LA Alumínios-Antarte). Rafael Silva (Efapel) continua a ser o melhor português na oitava posição a 14 segundos do primeiro classificado. 

Longa etapa, longa fuga e desistência de peso Perante os mais de 200 quilómetros da tirada desta quinta-feira, os 159 corredores que se fizeram à estrada em Monforte, começaram o dia com um ritmo lento. Curiosamente o primeiro homem a animar a corrida foi o azarado Gustavo Veloso (W52-FC Porto) que sofreu uma queda no dia anterior. Apesar das mazelas da véspera, o vencedor da Volta a Portugal comandou o pelotão durante cerca de 20 quilómetros, mas acabou por desistir já depois da Meta Volante de Redondo (quilómetro 70). 
As belas paisagens alentejanas serviram também de inspiração ao jovem Eddie Dunbar (Axeon/Hagens Berman). O irlandês de 19 anos, que foi vice campeão nacional de contrarrelógio e de fundo em 2015, conseguiu andar isolado durante quase 80 quilómetros, mas não resistiu às investidas ora do Sporting/Tavira ora da Efapel que comandavam a perseguição. 
Portel a Beja Vincando a presença do Baixo Alentejo na prova, o terceiro dia de competição vai ligar Portel a Beja. A etapa desta sextafeira tem 186,6 km e Metas Volantes instaladas em Vidigueira, Serpa e Mértola. À entrada do fim de semana esta será a única tirada sem qualquer contagem de montanha. 
A 34ª Volta ao Alentejo Crédito Agrícola é uma organização conjunta da CIMAC - Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central e Podium Eventscom o patrocínio de Crédito Agrícola, CA Vida, CA Seguros, RTP, Jornal A Bola, Antena1, Cision, KIA, Delta Cafés, Vitalis, KTM, Fundação INATEL, Shimano, Pacto, Dietsport, Instituto Geográfico do Exército, Infraestruturas de Portugal e com apoio institucional do Turismo do Alentejo e Ribatejo, CIMBAL – Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo, CIMAL – Comunidade Intermunicipal do Alentejo Litoral, da Junta de Freguesia de Alcáçovas e dos Municípios de Portalegre, Castelo de Vide, Monforte, Montemor-o-Novo, Portel, Beja, Aljustrel, Grândola, Santiago do Cacém e Évora.
Fonte: Podium

“Campeonato Mundial Universitário”

André Crispim e Gaspar Gonçalves à porta do pódio

André Crispim e Gaspar Gonçalves começaram o Campeonato Mundial Universitário, em Tagaytay, Filipinas, com um excelente desempenho, que lhes valeu o quarto e o sexto lugares, respetivamente, na prova de critério, disputada na última madrugada.

A corrida disputou-se ao longo de 30 voltas a um circuito duríssimo, quase sempre a subir e a descer, sem zonas de descanso, totalizando 50 quilómetros. "O circuito era tão difícil que a organização teve de reduzir o número de voltas previstas, passando a corrida de 80 para 50 quilómetros", explica o selecionador nacional de estrada, José Poeira.

Gaspar Gonçalves começou mais forte, batendo-se por pontuar nos sprints intermédios - no critério vence o corredor com maior número de pontos e não, obrigatoriamente, aquele que corta a meta em primeiro lugar. O lamecense pagaria esse esforço na fase final, perdendo fôlego nos últimos quilómetros.

"O André Crispim fez uma corrida em crescendo. Com o avançar da prova foi progredindo e somando pontos. Acabou por ser o segundo ciclista a cortar a meta, num pelotão completamente fracionado. Se a prova fosse mais extensa estou convencido de que conseguiria chegar ao pódio", avalia José Poeira.

A vitória coube ao filipino Boots Ryan Cayubit, que somou 19 pontos. O segundo, com menos um ponto, foi o alemão Alexander Weifenbach, enquanto o terceiro, com 11 pontos, foi o australiano Cyrus Monk. André Crispim somou 8 pontos, o que lhe valeu a quarta posição, mais dois do que o compatriota Gaspar Gonçalves, que foi sexto entre os 47 participantes.

André Crispim e Gaspar Gonçalves competem amanhã na prova de fundo do Campeonato Mundial Universitário de Ciclismo. É uma corrida de 128 quilómetros, com início às 4h00 (hora portuguesa).

Fonte: FPC

“Vuelta Castilla y Léon”

Realizou-se hoje, dia 17 de Março de 2016, no teatro municipal de Bragança, uma conferência de imprensa relativa à apresentação de duas das três etapas que constituem a XXXI Vuelta Ciclista de Castilla y Léon. As duas etapas apresentadas
Carlos Pereira, diretor da Organização (Fullsport), entidade organizadora da XXXI Vuelta Ciclista de Castilla y Léon, começou por falar um pouco sobre a edição anterior referindo o impacto que este evento tem nas localidades por onde passa, mais concretamente nas «saídas e chegadas» de cada etapa. Depois, fez uma abordagem referindo as principais características destes dois percursos, que têm a cidade de Bragança como uma referência. Recorde-se que a 1ª Etapa possui a meta nesta cidade, no dia 15, e logo no dia seguinte terá início a 2ª etapa. Carlos Pereira falou ainda na quantidade e qualidade das equipas que estarão em competição, fazendo um total de cerca de 150 participantes, sendo estas MOVISTAR TEAM, CAJA RURAL – SEGUROS RGA, MURIAS TALDE, BURGOS BH, EFAPEL, TAVIRA SPORTING, RADIO POPULAR – BOAVISTA, W52 – FCPORTO, FUNVIC, CULT-STOLING, INTEJA MMR, BOYACA, POSTOBON, DRAPAC, ONE PRO CYCLING, LOKOSPHINX.

De salientar o facto da presença de grandes figuras, não só de entidades portuguesas, Sr. Delmino Pereira – Presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo, Ricardo Vilela – Ciclista profissional da equipa “Caja Rural” e claro, o Sr. Hêrnani Dias – Presidente da Câmara Municipal de Bragança, mas também de Espanha, Sr. López Cerrón – Presidente da Real Federação Espanhola de Ciclismo (RFEC) e o Sr. Laudelino Cubino, vencedor de várias etapas da «Vuelta a España» e do «Tour de France».

O Presidente da C.M. de Bragança, incidiu mais sobre os panoramas económicos, turísticos e do desenvolvimento da região de Bragança que este evento ibérico proporciona. Ficou feliz por ser privilegiado por receber esta prova, pois traz muitos benefícios. Deixou votos de boa sorte para todos os corredores, bem como espera que seja uma competição renhida.Por último, deixou um desafio de associar o nome de Bragança à prova, passando esta a chamar-se de Vuelta Ciclista de Castilla, Léon y Bragança.

Fonte: Fullsport

quarta-feira, 16 de março de 2016

“Exposição marca estreia absoluta do artista norte-americano “SPEED LINES” DE ALEX WAKEFIELD”

Por: Patrícia Henriques  
O Museu do Caramulo vai inaugurar no próximo Sábado, dia 19 de Março, pelas 17h00, a exposição temporária “Speed Lines”, do artista norte-americano Alex Wakefield.  
A inauguração, que irá contar com a presença do próprio artista, é composta por mais de dez peças que, de forma exímia, fazem a ligação entre a colecção de arte que o Museu do Caramulo expõe e a sua colecção automóvel.  
Para Tiago Patrício Gouveia, director do Museu do Caramulo, e na linha de acção da exposição temporária “Air Drive” do artista francês Renaud Marion, exposta neste museu em 2015, “o Museu do Caramulo vem novamente acolher um artista internacional, abrindo assim as portas a novos horizontes artísticos”. Além disso, acrescenta que se trata da “estreia absoluta do artista norteamericano, pois é a primeira vez que expõe os seus trabalhos, não só em Portugal, mas a nível mundial, pelo que esperamos uma grande receptividade por parte do público”. 
A exposição “Speed Lines” mostra-nos não só o incontestável lado artístico e talentoso de Alex Wakefield, mas também uma inesperada liberdade no que toca à interpretação dos pontos de vista, pois muitos dos ângulos das suas pinturas nunca seriam possíveis de ser fotografados ou fisicamente visualizados, sendo por isso um exercício puro de imaginação. 
Através das suas pinturas, Alex Wakefield transporta-nos para dentro das corridas, num emaranhado de cores, sons, velocidade e excitação, fazendo parecer que realmente presenciámos estes grandes momentos históricos. 
O artista Alex Wakefield estará em Portugal para a inauguração da exposição e disponível para realizar entrevistas presenciais ou por telefone. No Sábado e Domingo (dias 19 e 20) estará no Caramulo e na Segunda-feira seguinte em Lisboa, pelo que o agendamento de entrevistas com o artista deverá ser solicitado através dos contactos do Museu do Caramulo. 
Esta exposição temporária é produzida pelo Museu do Caramulo com o apoio da EdC – Associação de Eventos do Caramulo, do banco BPI, do Jornal dos Clássicos e da Câmara Municipal de Tondela. 
Sobre o Artista 
Natural de Iowa, EUA, e fã dos desportos motorizados, desde novo que Alex Wakefield se sentiu atraído e fascinado por toda a maquinaria, pelas corridas e pelas histórias que se criavam à volta destas, fossem elas feitas de automóveis ou motos. Foi esta a faísca que, mais tarde, se viria a converter na sua arte de captar a velocidade nas linhas dos seus desenhos e pinturas, retratando alguns dos grandes momentos, dos grandes circuitos e dos grandes pilotos da história da competição. Mais informação em www.motorart27.com.  
Sobre o Museu do Caramulo 
Com mais de 60 anos de existência e visitado por mais de um milhão e meio de pessoas, o Museu do Caramulo alberga no seu espólio uma colecção de arte, uma colecção de automóveis, motos e bicicletas e uma colecção de brinquedos antigos. O Museu do Caramulo produz ainda, de forma regular, exposições temáticas e temporárias, e organiza vários eventos como o Salão Motorclássico, o Caramulo Motorfestival, o Espírito do Caramulo, a Noite dos Museus ou o Rider.  Mais informação em www.museu-caramulo.net.
Fonte: Museu Caramulo/Parceria Notícias do Pedal