quinta-feira, 10 de março de 2016

“ACM e Secção de Patinagem do Grupo Nun´Álvares - Fafe formalizaram parceria”

A Associação de Ciclismo do Minho e a Secção de Patinagem do Grupo Cultural e Recreativo Nun´Álvares - Fafe subscreveram um protocolo de colaboração que prevê que o ciclismo seja o tema das exibições que o grupo fafense apresentará nos campeonatos Nacional e da Europa de Patinagem Artística.
O Campeonato Nacional e o Europeu de Show & Precisão serão disputados no Centro de Desportos e Congressos de Matosinhos, respetivamente, nos dias 12 e 13 de março e de 27 a 30 de abril. O Grupo Cultural e Recreativo Nun´Álvares – Fafe competirá na categoria “precisão - júnior” (feminino/masculino) apresentando nas duas provas exibições subordinadas ao tema “ciclistas”.
O protocolo entre a Associação de Ciclismo do Minho e a Secção de Patinagem do Grupo Cultural e Recreativo Nun´Álvares - Fafe foi subscrito aquando da realização do Prémio de Ciclismo Cidade de Fafe (Prova de Abertura de Cadetes / Taça do Minho de Ciclismo de Estrada - Arrecadações da Quintã) por Filipe Ferreira, em representação da Seção de Patinagem do Grupo Cultural e Recreativo Nun´Álvares / Seção de Patinagem) e por José Luís Ribeiro, Presidente da Associação de Ciclismo do Minho.
As duas entidades propõem-se estabelecer entre si as parcerias necessárias nos domínios que lhes sejam de interesse comum, designadamente na prossecução dos objetivos que lhes são estatutariamente acometidos. A cooperação será desenvolvida através da implementação de parcerias que promoverão o intercâmbio e a cooperação em áreas de mútua conveniência.
Além de subordinarem ao tema “ciclistas” as exibições no Campeonato Nacional e no Europeu de Show & Precisão de Patinagem Artística, os atletas do Grupo Cultural e Recreativo Nun´Álvares exibirão nos equipamentos – disponibilizados também com o apoio da Decathlon (Guimarães e Braga) – a marca “Força Minho” promovida pela Associação de Ciclismo do Minho.
O Grupo Cultural e Recreativo Nun´Álvares – Fafe foi uma das coletividades que em 1977 esteve na origem da Associação de Ciclismo do Minho.
Fonte: ACM

“Seleção Nacional/Liberty Seguros/ Campeonato Mundial Universitário (CMU) de Ciclismo"

Dois portugueses competem no Mundial Universitário

André Crispim e Gaspar Gonçalves vão representar Portugal no Campeonato Mundial Universitário (CMU) de Ciclismo, que vai decorrer em Tagaytay, Filipinas, de 16 a 20 de março. Os estudantes-atletas vão competir sob a orientação do Selecionador Nacional de Ciclismo de Estrada, José Poeira, que assume, no evento da próxima semana, o papel de Selecionador Nacional Universitário.
André Crispim é estudante da Escola Superior de Artes e Design do Instituto Politécnico de Leiria (IPLeiria) e Gaspar Gonçalves frequenta a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD). Ambos vão participar nas provas de Estrada: critério (80 km), a 17 de março, e prova de fundo (122 km), no dia seguinte.

Os dois corredores são atletas da Liberty Seguros/Carglass e contam no seu palmarés com algumas participações e conquistas de relevo. Gaspar Gonçalves acumula já três anos de participação em campeonatos do mundo e da europa nos escalões mais jovens e André Crispim conta com a vitória na Volta a Portugal de Juniores, em 2014.

José Poeira considera que “há corredores mais experientes que os nossos atletas, mas a idade não quer dizer nada, na hora da corrida penso que vamos estar à altura. A vontade que eles têm de fazer bem vai ser superior a essas adversidades. São corredores experientes e equilibrados para este tipo de competição”, caracteriza o treinador.

No âmbito desta participação, a Federação Académica do Desporto Universitário (FADU) e a Federação Portuguesa de Ciclismo (UVP-FPC) formalizaram hoje, dia 10, um protocolo de parceria, momento que antecede a saída da delegação portuguesa, chefiada pelo presidente da FADU, Daniel Monteiro, que parte do Aeroporto de Lisboa no sábado, às 21h00.

Daniel Monteiro está confiante que os portugueses vão alcançar bons resultados e destaca a importância desta participação, não só para os dois corredores estudantes-atletas como para a própria ligação do desporto universitário ao ciclismo nacional. “Espero que seja uma experiência realmente proveitosa para o desenvolvimento desportivo dos nossos atletas, que por via desta participação terão mais uma oportunidade de demonstrar a sua qualidade e a do ciclismo português”, referiu o presidente da FADU.

Ainda sobre a parceria com a FPC, Daniel Monteiro afirma que “a assinatura deste protocolo de colaboração entre a FADU e a FPC promoverá novas organizações e participações conjuntas, assim como um trabalho de cooperação para um maior incentivo e estímulo à conjugação da carreira desportiva com uma formação superior, junto de jovens ciclistas nacionais”.

O presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo, Delmino Pereira, destaca que “a participação do ciclismo português nesta competição universitária, através de dois corredores de futuro que nunca deixaram de estudar, é um incentivo para que todos os corredores se empenhem na modalidade sem descurar a tão importante carreira académica".

Já na agenda das organizações futuras está a próxima edição do Campeonato Mundial de Ciclismo, que terá lugar na cidade de Braga, em 2018, atribuído à FADU, à Associação Académica da Universidade do Minho e à Universidade do Minho.

Esta é a 7.ª edição do CMU de Ciclismo, tendo a primeira sido em 1978 em Antuérpia, Bélgica, e a última edição há 2 anos, na Polónia. O título de campeão do mundo universitário de estrada é atualmente do polaco Petr Vakoc, 3.º classificado do ranking mundial da UCI.

Este evento realiza-se na cidade de Tagaytay e é organizado pela Federação Filipina de Desporto Universitário (FESSAP), sob égide da Federação Internacional de Desporto Universitário (FISU), tendo como delegado técnico da FISU o português e comissário internacional da UCI, Luís Loureiro.

A única participação de Portugal no Mundial Universitário de Ciclismo data de 2006, com a presença de José Mendes, estudante-atleta da Universidade do Minho, que se classificou em 17º lugar.

O programa do CMU inclui as provas/modalidades de BTT – XCO (Cross Country Olímpico) e XCE (Cross Country Eliminator), e de Estrada – Estrada e Critério.

Podem acompanhar toda a informação sobre a participação de Portugal no CMU de Ciclismo no site oficial da FADU em www.fadu.pt e no Facebook em www.facebook.com/fadupt.

Página Oficial do CMU de Ciclismo: http://wucc2016.com/

Fonte: FPC

“Paris-Nice/A vingança de Bouhanni à quarta etapa”

“Paris-Nice/A vingança de Bouhanni à quarta etapa”
Foto: ERIC FEFERBERG / AFP
Rui Costa subiu dois lugares na classificação geral.
Nacer Bouhanni venceu ao sprint quarta etapa que ligou Julianas a Romans-sur-Isère na distância de 193,5 km. Este triunfo chega dois dias depois do ciclista da Cofidis ter sido desclassificado por um sprint irregular com Michael Matthews. Bouhanni superiorizou-se ao belga Edward Theuns (Trek) e o alemão André Greipel (Lotto Soudal).
O líder Michael Matthews (Orica) chegou na quinta posição e manteve a liderança da prova. O australiano tem 14 segundos de vantagem sobre Tom Dumoulin (Giant-Alpecin) e 19 sobre Bevin Patrick (Cannondale), Izaguirre (Movistar) e Geraint Thomas (Sky). Já o português Rui Costa (Lampre/Merida) subiu ao 34.º posto, estando a 49 segundos do líder.
Esta sexta-feira corre-se a quinta etapa que ligará Saint-Paul-Trois-Châteaux a Salon-de-Provence. Esta tirada deverá mudar a classificação geral com uma passagem pelo Mont Ventoux.
Fonte: SAPO Desporto

“Tirreno-Adriático/A primeira vitória de 2016 de Stybar vale liderança”

Foto: AFP
O ciclista checo Zdenek Stybar (Etixx-QuickStep) voltou hoje a demonstrar porque é um dos melhores ‘puncheurs’ do pelotão, ao vencer a segunda etapa do Tirreno-Adriático e, conquistar, como ‘bónus’, a camisola azul.
A etapa, desenhada pelo duas vezes campeão do mundo Paolo Bettini, estava talhada para os ciclistas mais tecnicistas, aqueles que se destacam nas ‘clássicas’, e um deles não desiludiu: Stybar atacou a 2,8 quilómetros da meta e, com a perícia própria de quem é triplo campeão mundial de ciclocrosse, enfrentou os complicados metros finais da ligação de 207 quilómetros para erguer os braços pela primeira vez esta temporada, em Pomarance.
Bem situado na subida de Cerreto, que incluía rampas de 18% de inclinação, o ciclista da Etixx-QuickStep soube vigiar de perto os ataques fugazes de Peter Kennaugh (Sky) e Diego Ulissi (Lampre-Merida) e calcular o momento certo do ataque para chegar isolado e conquistar a liderança da prova italiana.
Segundo na Strade Bianche no sábado passado, o checo aguentou a perseguição de um grupo de respeito, para cortar a meta com o tempo de 05:10.03 horas, um segundo à frente do ‘eterno’ segundo, o eslovaco Peter Sagan, e de Edvald Boasson Hagen (Dimension Data), com Alejandro Valverde (Movistar), quinto, e Vincenzo Nibali (Astana), sexto, a serem os melhores entre os favoritos.
No pelotão principal chegou também Nelson Oliveira (Movistar), que ocupou a 30.ª posição, com o segundo dos portugueses a ser José Gonçalves, no 40.º lugar, a 35 segundos.
Já Tiago Machado demorou mais 47 segundos do que Stybar para cumprir o percurso entre Camaiore e Pomarance, com Ricardo Vilela (Caja Rural) a ser 73.º, a 01.51 minutos, e Domingos Gonçalves (Caja Rural) a ser 127.º, a 05.57 minutos.
Na geral, Stybar, uma das maiores apostas da Etixx-QuickStep para as ‘clássicas’, tem nove segundos de vantagem sobre Greg Van Avermaet e Tejay Van Garderen, ambos da BMC.
Oliveira é o melhor representante nacional na classificação geral, ocupando o 25.º posto, a 38 segundos, seguindo-se-lhe Machado, 49.º a 01.54 minutos. José Gonçalves subiu ao 58.º lugar, estando a 02.29 minutos de Stybar, Vilela é 76.º, a 03.40, e Domingos Gonçalves encerra o trio da Caja Rural, no 124.º, a 07.46.
Na sexta-feira, os ‘sprinters’ têm a sua primeira oportunidade, na terceira etapa, que liga ao longo de 176 quilómetros Castelnuovo Val di Cecina a Montalto di Castro.
Fonte: SAPO Desporto c/Lusa

quarta-feira, 9 de março de 2016

“BMC entrega primeira camisola azul do Tirreno-Adriático a Daniel Oss”

Foto: EPA
Por: Lusa
Equipa norte-americana venceu contrarrelógio por equipas.
A BMC puxou esta quarta-feira dos seus galões de dupla-campeã do mundo para vencer o contrarrelógio por equipas que inaugurou o Tirreno-Adriático, oferecendo ao italiano Daniel Oss a primeira camisola azul de líder.
A equipa norte-americana, bicampeã mundial em título da especialidade, não deu hipótese à concorrência, ao cumprir os 22,7 quilómetros com início e final em Lido di Camaiore, em 23.55 minutos, a uma média de 56,948 km/h.
A correr em casa, Oss foi o escolhido para cruzar em primeiro a linha de meta e, consequentemente, para subir ao pódio como líder, sendo escoltado na geral por cinco companheiros da BMC, todos creditados com o mesmo tempo.
Em segundo, a apenas dois segundos ficou a portentosa Etixx-Quickstep, com a FDJ a ser terceira a nove.
Entre os favoritos, foi Vincenzo Nibali quem melhor se saiu, graças ao desempenho da sua Astana, sexta a 15 segundos. Pior esteve a Movistar que, com Nelson Oliveira no seu bloco de trabalho para Alejandro Valverde, não foi além da décima posição, a 29 segundos da BMC.
Tiago Machado e a sua Katusha foram 14.º, a 59 segundos, enquanto a Caja Rural, com Ricardo Vilela e Domingos Gonçalves no conjunto, ocupou a 22.ª e penúltima posição, a 01.41 minutos. José Gonçalves foi o único que não conseguiu acompanhar o ritmo dos colegas, cortando a meta a 01.46 minutos do tempo registado pela BMC.
Na quinta-feira, a segunda etapa do Tirreno-Adriático vai ligar Camaiore a Pomarance, no total de 207 quilómetros.
Fonte: Record on-line

“Philippe Gilbert abandona Paris-Nice devido a infeção respiratória”

O belga, de 33 anos, tem várias vitórias em clássicas no currículo e ocupava a 104.ª posição, a 4.40 minutos do líder, foi obrigado a desistir da prova.
O ciclista belga Philippe Gilbert abandonou hoje o Paris-Nice, devido a uma infeção respiratória, informou hoje a BMC, equipa onde alinha o antigo campeão mundial de estrada.
“Adoro esta corrida e por isso é muito dececionante ser obrigado a parar”, disse Gilbert, que se sagrou campeão do mundo de estrada em 2012, um ano antes de Rui Costa ter se ter tornado o primeiro – e único - ciclista português a conquistar o título.
O belga, de 33 anos, tem várias vitórias em clássicas no currículo e ocupava a 104.ª posição, a 4.40 minutos do líder, o australiano Michael Matthews (Orica-GreenEDGE), à partida para a terceira etapa, que ligará Cusset a Beaujolais.
Rui Costa (Lampre-Merida) é o melhor português na geral do Paris-Nice, ocupando o 36.º posto, a 49 segundos australiano Michael Matthews (Orica-GreenEDGE), seguindo-se-lhe o irmão e colega de equipa Mário Costa, 149.º, a 10.27 minutos, e Sérgio Paulinho (Tinkoff), 159.º, a 10.50.
Fonte: SAPO Desporto c/Lusa

 

“Terceira etapa do Paris-Nice anulada devido à neve”

Foto: KENZO TRIBOUILLARD / AFP
Na quinta-feira, o pelotão enfrenta a quarta etapa, uma ligação de 195,5 quilómetros entre Juliénas e Romans-sur-Isère.
A terceira etapa do Paris-Nice, que deveria ligar hoje Cusset ao Mont Mont Brouilly, foi anulada devido à queda de neve, anunciou a organização da prova.
A decisão foi tomada pelo colégio de comissários e pelos organizadores, quando cinco ciclistas - Alexis Gougeard (AG2R-La Mondiale), Alexei Lutsenko (Astana), Alexei Lutsenko (Astana), Thomas De Gendt (Lotto Soudal) e Jesus Herrada (Movistar) - seguiam isolados na frente , com uma vantagem de cerca de 03.30 minutos sobre o pelotão.
Num primeiro momento, os organizadores mostraram-se dispostos a neutralizar parcialmente a etapa e retomá-la a 42,4 quilómetros da meta.
A anulação da etapa, que tinha a distância de 168 quilómetros, deu-se perto do Col des Echarmeaux, a cerca de 75 quilómetros da chegada, com o tempo da tirada a não contar para a geral.
Assim, Rui Costa (Lampre-Merida) mantém-se como o melhor português na geral, ocupando o 36.º posto a 49 segundos do líder, o australiano Michael Matthews (Orica-GreenEdge), seguindo-se-lhe o seu irmão e colega Mário Costa, 149.º, a 10.27 minutos, e Sérgio Paulinho (Tinkoff), 159.º, a 10.50.
Fonte: SAPO Desporto c/Lusa

“Tiago no apoio a "Purito" no Tirreno-Adriático"

Foto: Filipe Farinha
O vencedor das três grandes voltas, o italiano Vincenzo Nibali (Astana), é o grande favorito no Tirreno-Adriático, prova que também conquistou em 2012 e 2013. Com o tiro de partida agendado para hoje, a competição desenrola-se ao longo de sete etapas, com dois contrarrelógios e duas chegadas em alto. Mas a concorrência é muita, desde logo porque a Katusha apresenta um trepador puro como chefe de fila, o espanhol Joaquim ‘Purito’ Rodriguez, que será apoiado por Tiago Machado.
Já a Caja Rural será a equipa com mais corredores lusitanos, designadamente os irmãos Gonçalves, José e Domingos, e Ricardo Vilela, que poderão tentar a sua sorte numa fuga.
Destaque ainda para a Movistar, com Nelson Oliveira, um rolador e contrarrelogista de primeira classe, que terá a missão de apoiar o espanhol Alejandro Valverde.
Fonte: Record on-line

terça-feira, 8 de março de 2016

“Lés-A-Lés.2016”

Federação de Motociclismo de Portugal continua a desenvolver esforços para conseguir levar ainda mais aventureiros à grande maratona  

Inscrições esgotadas… podem reabrir a 4 de abril!9 a 11 de junho liga Albufeira a Vila Pouca de Aguiar, com passagem peo Luso/Bussaco.

Assim, às zero horas do dia 4 de Abril as inscrições voltam a abrir “on-line” em www.fmp-live.pt ou em www.les-a-les.pt.

Sinal de arrebatador sucesso consolidado ao longo dos anos, a adesão ao 18.º Portugal de Lés-a-Lés obrigou ao encerramento das inscrições muito antes da data prevista, em lista que já ultrapassa, e por larga margem, limite previsto de 1000 participantes. Consciente do entusiasmo de muitos que ainda não têm lugar na maratona que vai ligar Albufeira, Luso/Bussaco e Vila Pouca de Aguiar, a Federação de Motociclismo de Portugal está a desenvolver todos os esforços para reunir condições para uma caravana ainda maior.

Os mais de 300 motociclistas inscritos na cerimónia de apresentação oficial do 18.º Portugal de Lés-a-Lés, no Grande Hotel de Luso, deixavam adivinhar gigantesca adesão ao evento que, ano após ano, mostra um Portugal diferente naquela que é a maior maratona mototurística da Europa. As inscrições, limitadas a 1000 participantes e abertas até 30 de abril, rapidamente esgotaram, chegando aos 1300 motociclistas e levando a Federação de Motociclismo de Portugal a encerrar o processo de inscrição no evento.


No entanto, conhecedora da vontade de muitos mais estarem presentes na grande caravana que, de 9 a 11 de junho, volta a atravessar o País com recurso a estradas nacionais, municipais e até caminhos de terra batida, sem utilizar autoestradas, vias rápidas ou outros sinais da modernidade rodoviária, a Comissão de Mototurismo da FMP está a desenvolver todos os esforços para criar as condições para aceitar mais inscrições, sem prejuízo da segurança ou da qualidade do evento. Assim, e a partir das zero horas do dia 4 de abril, as inscrições on-line voltam a ser abertas através do site criado exclusivamente para o Portugal de Lés-a-Lés (www.les-a-les.pt) ou na página oficial da federação (www.fmp-live.pt).

Ocasião ímpar para os que ainda não garantiram lugar na maior caravana de sempre, assegurarem presença nas verificações Técnicas, entre as 12 h. e as 18 horas do dia 9 de junho, na Praia dos Pescadores, em Albufeira, onde começará a grande aventura de 1000 quilómetros de extensão, até ao extremo norte de Portugal.

Fonte: O Gabinete de Imprensa 18.º Portugal de Lés-a-Lés/Parceria Notícias do Pedal

“MotorClássico.2016”

Salão Internacional de Veículos Clássicos
De 8 a 10 de Abril de 2016
FIL Lisboa
Fonte: Museu Caramulo/Parceria Noticias do Pedal
 
 

“Rui Costa desafia Benfica”

Por: Marco Martins

Foto: Lampre

Ex-campeão mundial gostava de ver águias na estrada.

O regresso de Sporting e FC Porto ao pelotão nacional não deixou indiferente Rui Costa, ainda mais porque o ex-campeão mundial já correu pelo Benfica, que viu a sua equipa extinta. Mas o ciclista da Lampre, que ontem terminou a 1ª etapa do Paris-Nice integrado no grupo dos primeiros, tem a esperança de ainda ver os três grandes na estrada, como confidenciou à nossa reportagem.
"É muito importante Sporting e FC Porto estarem nas estradas para juntar os adeptos do futebol e do ciclismo. Traz mais pessoas às estradas e é de louvar esta iniciativa dos clubes de futebol porque é histórico. E podemos esperar que o Benfica volte para termos os três grandes", considerou Rui Costa, que também não se esqueceu do ‘seu’ Marítimo, pois o poveiro é padrinho da equipa de sub-23 dos madeirenses.
Com tanto entusiasmo, Rui Costa não descarta o regresso a Portugal, mas sob condições: "Se houvesse uma equipa portuguesa que abrangesse o calendário ProTour, quem sabe? Por agora, dou os meus parabéns aos clubes. O ciclismo vai ganhar com isso."
Quanto à 1ª etapa do Paris-Nice, a Sky chegou a partir o pelotão, mas a Lampre reagiu e consegui recolocar Rui Costa, a chegar em 26º com o mesmo tempo do vencedor, o francês Arnaud Demare. O australiano Michael Mattews manteve a amarela. *

Fonte: Record on-line

“Volta à Alemanha vai regressar”

Por: Lusa

Foto: EPA

A Volta à Alemanha em ciclismo, suspensa desde 2008, vai renascer em 2017 ou 2018 e será organizada pela Amaury Sport Organisation (ASO), que organiza várias provas do calendário velocipédico, incluindo a Volta a França.
Um acordo de cooperação, anunciado esta terça-feira pela ASO, foi estabelecido entre a sociedade francesa e a Federação Alemã de Ciclismo, proprietária da prova.
"Graças à dinâmica gerada pela partida da Volta a França de 2017, em Dusseldorf, e aos resultados de uma nova geração de campeões alemães, as condições estão reunidas para que o ciclismo seduza novamente um grande número de alemães", explicou a ASO em comunicado, revelando que o acordo entre as duas partes será por dez anos.
No ano passado, o Tour regressou ao canal público alemão ARD, depois de três anos de ausência.
Em 2012, os dois principais emissores alemães, ARD e ZDF, puseram um ponto final na transmissão televisiva da principal prova velocipédica mundial, depois de vários escândalos de dopagem, nomeadamente o do norte-americano Lance Armstrong, terem sacudido o ciclismo.
"A Alemanha tem a vocação para voltar a ser um país-chave do ciclismo", considerou Christian Prudhomme, o diretor do Tour, em declarações à AFP.
A nova Volta à Alemanha ainda não tem data definida, mas deverá acontecer em maio ou agosto.
Em dezembro, o país tinha ficado sem provas por etapas, devido ao cancelamento da Volta à Baviera.
De acordo com a federação alemã, presidida pelo antigo ministro Rudolf Scharping, mais de 27 milhões de alemães praticam regularmente atividades velocipédicas.

Fonte: Record on-line